ESTA FESTA JULINA SERÁ REALIZADA COM OS MOTO CLUBES DA REGIÃO DE SOROCABA, PARA AJUDAR O ASILO LAR SÃO VICENTE DE PAULA DE SOROCABA, ONDE 100% TOTAL DA ARRECADAÇÃO SERÁ DESTINADA A ESTA ENTIDADE CARENTE.
LENDÁRIOS ESTRADEIROS MOTO CLUBE
RÁDIO ROTA 66
domingo, 19 de julho de 2015
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
DEFINIÇÕES BÁSICAS DE MTO CLUBE...
A sigla "MC" normalmente utilizada nos Brasões e nos coletes por si só já indica que a palavra é composta por dois nomes, portanto o correto é Moto Clube, ou no plural, Moto Clubes.
A sigla MC no Brasil é a abreviatura de Moto Clube, no plural MCs. No exterior o MC significa Motorcycle Club e só é utilizada por legítimos e tradicionais MCs, pois no exterior MCs não podem ser fundados clubes à revelia, somente Moto Grupos ou Facções podem ser criadas em territórios já pertencentes a MCs radicais.
Um Moto Clube pode ter além de sua sede, integrantes residentes em outras cidades e até em outros países, que tendo número necessário de integrantes é denominada de Facção, no caso de apenas um motociclista fora da sede é tido tão somente como um Representante.
Somente na sociedade existem embaixadores, no motociclismo só existem
"Representantes".
Uma Facção também pode possuir sede própria na cidade onde se situa, mas não pode ter Estatuto próprio ou diretrizes diferentes da sede. A Facção utiliza o mesmo Brasão, e é recomendada a inscrição do nome da cidade, em outro bordado anexo à ele. O responsável pela Facção é o Diretor da Facção, não existindo outro "Presidente".
Qualquer entidade social, devidamente registrada, tem que ter registrada sua Ata de Criação e por conseguinte a Diretoria que a compõe, ou seja, segundo normas da legislação ( código civil ) e também de nossa Irmandade, um número mínimo de seis ( 06 )integrantes.
No motociclismo um MC pode ser dirigido por apenas um Presidente, ou até por um Conselho de Diretores, mas o correto é que exista o Presidente, o Vice e sua Diretoria com cargos hierárquicos, podendo alguns cargos serem acumulativos.
Moto Clube de apenas um integrante, ou um motociclista e sua garupa, não existe pois um Clube é formado por sócios, integrantes, companheiros, amigos e acima de tudo irmãos... e menos de 6 integrantes é um pequeno grupo, no máximo podendo ser denominado de Moto Grupo.
Um Moto Clube é uma Associação de motociclistas para determinados fins, sejam eles quais forem, podendo inclusive um Moto Clube ser especifico para realizar competições ou possuir interesses comerciais e lucrativos. Já um Moto Grupo é mais simples, desde a sua formação, ideologia e fins, que normalmente são mais voltados apenas para o agrupamento de motociclistas e voltado para o lazer, sem compromissos diretos ou indiretos com a sociedade ou a própria Irmandade.
Toda agremiação antes de se tornar um Moto Clube deveria passar pelo estágio de Moto Grupo. Da mesma forma que um integrante começa como PP e só recebe o Brasão após ser aceito pelos irmãos, um MG só deveria passar a MC após ser aceito pela irmandade.
O Brasão, símbolo ou escudo é a identificação visual que o motociclista escudado porta de seu Moto Clube. Essa identificação é o que lhe diferencia dos demais motociclistas. O Brasão é a "bandeira" ou "as cores" do MC, nele estão representados basicamente o logotipo do Clube ( Normalmente um desenho que diz respeito ao nome ), o Nome, a sigla "MC" ou "MG" ( MC = moto clube; MG = moto grupo e em outros estados pode mudar de sigla, como por exemplo no estado do Paraná é MA = moto amigos ), nome da cidade e estado. Para um motociclista portar nas costas o brasão ou símbolo de um Clube ele tem que provar merecê-lo, é observado por meses, ou até mesmo por anos dependendo do estilo do clube, e tem que provar ser um motociclista responsável e um verdadeiro irmão de seus companheiros, sejam eles do mesmo MC ou não. Portanto frequentar a Irmandade sem portar o brasão ou símbolo do clube a que se pertence é renegar suas cores e renegar o apoio aos demais irmãos. Em Eventos a presença dos MCs é marcada por bandeiras com seus brasões e símbolos, cada um com suas cores e filosofias.
Os novos integrantes devem receber os Brasões por etapas, a medida que forem subindo de estágio. Ao entrar deve acompanhar os novos irmãos sem portar nada nas costas do colete, após ser aprovado no primeiro estágio recebe a primeira parte "PP", depois sobe "Meio Escudo" e por fim "Escudo Fechado" quando passa realmente a pertencer ao Clube, pois antes disso não é integrante efetivo e qualquer deslize pode tirar-lhe o privilégio de ingressar no MC.
Ultimamente muitos Clubes descobriram que existem outros com o mesmo nome ou brasão, agora cabe a eles entrarem em acordo para que a coincidência de nomes e símbolos não venham causar problemas. Clones devem ser tratados e resolvidos sem brigas, com boa vontade e criatividade tudo se resolve. Se tudo isso não resolver, entrar com pedido judicial será o próximo nível da questão, desde que devidamente legalizado perante a lei. Como regra geral prevalece o nome para o MC mais antigo, seja por registro ou por reconhecimento pela Irmandade, cabendo ao mais novo a troca, alteração ou afiliação do nome ou símbolo. Se um motociclista escudado comete um ato indevido, e se existem mais Clubes com o mesmo nome, outro
MC pode ser penalizado por culpa de um integrante que não lhe pertença. Da mesma forma não é admissível brasão, símbolos ou nomes clonados ou muito semelhantes, é muita falta de respeito, pense nisso!
A palavra irmandade provém de irmão, portanto considerando-se que os
motociclistas possuem os mesmos ideais relacionados à motocicleta, se consideram "irmãos por afinidade" e portanto pertencem a uma mesma Irmandade. Claro que isso vem de muito tempo e esta Irmandade cresceu baseada em tradições e regras próprias que a tornam única, portanto sua ideologia não deve ser desvirtuada mas sim preservada a todo custo sempre honrando suas cores, um dos outros, cada um com a sua bandeira.
Apesar dos esclarecimentos descritos acima, tais regras contidas na tradição do motociclismo são repassadas por gerações entre seus irmãos e suas aplicações são feitas pelos Moto Clubes, reais representantes dos motociclistas.
Quanto ao registro de MCs há controvérsias, existem hoje segmentos dentro da Irmandade que só reconhecem os Clubes que são registrados em Cartório, já outros acham que isso e coisa para Empresa, que um MC é algo diferente, apenas uma união de Irmãos que compactuam a mesma opinião, podendo até divergir em alguns assuntos, mais que todos seguem numa única direção pensando no MC, sem muita burocracia. Considerando-se que MCs podem ser fundados com diversos fins, ambos estão certos, pois para aqueles com envolvimento financeiro, comercial ou que de alguma forma necessite do CGC ou CNPJ, o registro é vital, mas para os mais radicais e voltados para a organização tradicional, o registro é dispensável.
Notem que um segmento perpetua as raízes, décadas e séculos de regras, história e tradição. Já o outro segmento é moderno, é menos radical e está mais ligado à sociedade civil do que a própria Irmandade. No fim estes Moto Clubes possuem as mesmas finalidades, reunir os motociclistas, portanto só cabe aos novos Moto Clubes e motociclistas se decidirem por uma filosofia nova ou a tradicional.
Vale frisar também que nos dias de hoje a burocracia é um mal necessário, visto que um MC sem registro não aluga imóvel para a sede, não abre conta em banco, não contrata funcionários, não se filia a Associações ou Federações, não tira alvará para realização de Eventos, e em alguns estados e países não pode nem rodar nas estradas sem o mesmo.
Moto clubes ao contrário do que os leigos e desinformados pensam não é um grupo de motociclistas que apenas se reúnem para lazer e seus integrantes usam nas costas um desenho por estética! Moto clubes são associações baseadas na Irmandade e tradição biker. Hoje em dia precisamos diferenciar um moto clube autêntico dos diversos grupos que deveriam receber qualquer denominação exceto moto clube, como exemplo de grupos que não têm nada a ver com moto clubes e que no máximo poderiam ser denominados moto grupos. Podemos citar como exemplo os "caçadores de
troféus", ou seja, grupos ou pessoas que vestem colete sem saber seu real
significado apenas para conseguir lembranças que normalmente são entregues aos moto clubes como lembrança do seu evento.
A história do surgimento dos moto clubes é de certa forma complexa, pesquisando você encontra informações que associa o surgimento, em parte, ao final da guerra onde ex-militares e pilotos no pós guerra teriam feito da moto o veículo de busca de adrenalina formando diversos grupos como 13 Rebels e os Yellow Jackets da Califórnia. Nessa época já usavam identificação do grupo e mais tarde foram desenvolvendo os escudos ( brasões ) que passaram a defender e adaptavam as regras da hierarquia militar em uma irmandade formada por cargos eletivos das associações. Sabemos que muito antes disto os motociclistas já haviam percebido as vantagens de andar em grupo e já existiam associações que eram entidades sociais de pessoas que andavam de motos. A sociedade ainda confunde motociclistas com motoqueiros que aparecem em nossos encontros fazendo arruaças ( estouro de motor, borrachão, empinadas, etc. ). Além disso de 5 eventos motociclísticos 3 são na verdade feiras comerciais imbutidas em nomes de encontro nacional e nada a tem a ver com nossos princípios.
A partir da década de 70 viu-se a implantação de diversos moto clubes pelo mundo, a maioria já seguindo o princípio de hierarquia e irmandade. No Brasil a popularização iniciou-se na década de 90.
Hoje muita coisa anda desvirtuada, moto clubes são criados a revelia, como nomes perjorativos e por pessoas que desconhecem a história e o espírito biker, sequer sabem o significado de um brasão, honrar e respeitar as cores e muito menos seguem os princípios de irmandade. Os moto clubes autênticos foram forçados a criar campanhas para evitar abusos e coibir arruaceiros em seus eventos, em contrapartida a cada dia são criados novos eventos que nada têm a ver com as tradições biker, na verdade são eventos que enriquecem empresários e promovem candidatos políticos que se aproveitam da popularidade para atrair admiradores de motos, já que os motociclistas autênticos passam longe de tais encontros.
O maior moto clube do Mundo é o Hells Angels MC ( Fundado em 1948 - San
Bernardino - EUA )
O maior moto clube no Brasil é o Abutre´s MC ( Fundado em 1989 com sede nacional em São Paulo - SP )
Atenção: As informações publicadas acima foram obtidas através de pesquisas entre os irmãos mais antigos e pela Internet, caso você encontre erros ou informações contraditórias favor entrar em contato
domingo, 30 de novembro de 2014
O6º Aniversário do Piraju Moto Clube
Parabéns aos irmãos motociclistas e por ser convidado pelo meu irmão motociclista Daniel Abdala - O patriarca para prestigiar este lindo evento na cidade de Piraju_SP, e que sempre possamos prestigiar mais outros. Parabéns!!!
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MOMENTOS LENDÁRIOS ESTRADEIROS
domingo, 26 de outubro de 2014
sábado, 27 de setembro de 2014
Beber e conduzir uma moto
A condução de uma moto sob o
efeito do álcool revela uma atitude de extrema irresponsabilidade, uma vez que
é a causa direta ou indireta de inúmeros acidentes mortais de viação. Saiba que
beber e conduzir uma moto são duas ações que não combinam e, como tal, deve
proteger e estimar a sua vida.
Beber vs. Conduzir uma moto
Todas as pessoas têm conhecimento
que não devem conduzir qualquer tipo de veículo motorizado sob a influência do
álcool, mesmo que o seu consumo seja em pequenas quantidades, uma vez que isso
poderá ser fatal. No entanto, apesar de existirem inúmeras campanhas de
sensibilização que mostram que o álcool e a condução não se misturam, algumas
mensagens e grupos culturais incentivam a fazer precisamente o contrário.
É o caso dos grupos de
motociclistas que aceitam de forma conivente que os seus membros conduzam
embriagados, assim como os riders solitários que se deslocam em cima de uma
moto para locais onde, habitualmente, ingerem bebidas alcoólicas, como bares,
discotecas ou festivais. Este tipo de atitude é visto por muitos riders como um
desafio à resistência de um motociclista e, à conta disso, colocam em causa o
andar de moto em segurança.
O consumo de álcool aumenta o
risco da ocorrência de acidentes, tanto para os moto riders como para todos os
utentes das vias públicas. É necessário acabar, de uma vez por todas, com estes
comportamentos irresponsáveis, dado que cerca de 46% dos motociclistas que
morrem em acidentes de viação apresentam álcool no sangue no momento da sua
morte.
O que dizem as estatísticas
As estatísticas são sempre um
indicador muito importante para a verificação e medição de resultados. Na
relação estatística estabelecida entre a ingestão de bebidas alcoólicas e a
condução de um veículo de duas rodas, evidenciam-se os pontos seguintes:
Os acidentes fatais que envolvem
motociclistas indicam que estes têm o dobro das probabilidades de terem
consumido álcool quando comparados com os automobilistas de veículos de
passageiros.
Nos últimos anos, o número de
acidentes fatais com motociclistas alcoolizados aumentou cerca de 10% e este é
um número com tendência a manter-se elevado.
Dos motociclistas e
automobilistas que morreram de acidente de viação com álcool no sangue, cerca
de 83% são do sexo masculino.
A condução recreativa e o consumo
de estupefacientes são muitas vezes misturados com as bebidas alcoólicas e esta
combinação poderá ser explosiva e suficiente para causar/sofrer um acidente de
viação.
Beber e conduzir são práticas
comuns dos automobilistas e motociclistas e a maioria dos condutores (cerca de
87%) que foi apanhada por alguma operação STOP admite que já tinha conduzido
num estado alcoolizado.
As piores alturas para encontrar
pessoas alcoolizadas na estrada (moto riders e automobilistas) são: durante as
noites e aos fins de semana. É nestes períodos que ocorrem a maioria dos
acidentes de viação.
A taxa limite de alcoolemia
permitida
A alcoolemia diz respeito à
presença de álcool no sangue e exprime-se por gramas de álcool puro num litro
de sangue. A taxa limite de alcoolemia permitida na lei é de 0,50 gramas por
litro de sangue e muitas pessoas consideram que deveria ser de 0 (zero), pois
uma pequena quantidade de álcool pode duplicar ou triplicar as hipóteses de um
condutor sofrer um acidente ou fatalidade.
Independentemente do tipo de moto
que tenha, é aconselhável que não conduza um veículo de duas rodas sob o efeito
do álcool pois a estrada, por si só, já apresenta muitos perigos e os moto
riders devem estar na posse de todas as suas faculdades para os enfrentar e
ultrapassar.
Tenha em consideração que o
processo de eliminação do álcool também é muito lento. Por exemplo, um
indivíduo que tenha atingido uma taxa de álcool no sangue (TAS) de 2,00g/l à
meia noite, precisa de aguardar cerca de 20 horas para que o seu organismo
consiga eliminar completamente o álcool que estava no sangue. No entanto, se
for submetido a um novo teste de alcoolemia às 12 horas do dia seguinte, a taxa
de álcool ainda se encontrará muito alta, nomeadamente nos 0,80g/l.
As taxas de álcool no sangue
A ingestão de bebidas alcoólicas
faz com que uma pessoa apresente um determinado número de gramas por litro de
sangue. Contudo, a TAS não depende apenas da quantidade das bebidas alcoólicas
ingeridas, mas também do seu maior ou menor grau alcoólico, assim como se a
bebida é gaseificada ou aquecida. Dos valores resultantes de um teste de
alcoolemia, destacam-se os seguintes:
Quando a taxa de álcool no sangue
se situa entre os 0,1 e os 0,4, a capacidade de discernimento dos condutores é
muito afetada e eles ficam mais indecisos e inseguros nas decisões a tomar. O
álcool faz com que as pessoas fiquem mais desinibidas, mas também provoca a
deterioração de funções indispensáveis à segurança na estrada, como a visão,
audição e reflexos.
Quando os valores de álcool no
sangue estão entre os 0,5 e os 0,7, a capacidade de raciocínio diminui
drasticamente, assim como a capacidade de realizar manobras mais complexas.
Quando os valores de álcool no
sangue excedem os 0,8 g/l, os condutores deixam de pensar corretamente e têm
muitas dificuldades em realizar as tarefas mais simples como, por exemplo,
colocar o capacete para andar de moto.
Uma realidade assustadora
Alguns moto riders continuam a
pensar que conseguem lidar facilmente com o álcool e que não existe nenhum
problema em beber e conduzir uma moto ao mesmo tempo. É o caso de alguns
motociclistas que andam em bares, festivais e concertos de rua.
Alguns sport riders,
especialmente os mais jovens, também pensam que dominam o asfalto depois de
ingerirem algumas bebidas alcoólicas, pois o álcool provoca-lhes uma sensação
de falsa confiança. Este é um dos comportamentos mais perigosos que se pode ter
na estrada, pois daí surgem vários acidentes.
Muitos motociclistas chegam a
afirmar que consumir bebidas alcoólicas e andar de moto na estrada é uma
situação normal e recorrente e só demonstram preocupação em relação ao álcool
em apenas duas situações: quando estão totalmente alcoolizados e se preocupam
com a sua segurança ou quando estão parcialmente alcoolizados e se preocupam em
não ser apanhados pela polícia.
O ato de ingerir bebidas
alcoólicas e conduzir uma moto não é um problema exclusivo dos grupos de
motards, ou das pessoas que andam de moto em grupo, pois, atualmente, muitos
estão a lutar para mudar algumas mentalidades, mas isso só depende da
consciência e da vontade de estar em segurança de cada um.
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DICAS IMPORTANTES,
SOBREVIVÊNCIA ESTRADEIRA
A restauração de motos antigas pode ser encarada como um
hobby, uma profissão, um simples prazer ou até mesmo uma arte. Mas, para que
tudo corra na perfeição, há que ter em mente, antes de mais, alguns cuidados.
Deve saber de antemão que irá gastar muito tempo, precisará de pesquisar
bastante e, acima de tudo, deverá ser paciente. Mas ver o resultado final – a
sua obra-prima – será, sem dúvida, muito gratificante.
A restauração de motos antigas
Aquilo que inicialmente não passava de um monte de ferrugem,
de peças partidas e amassadas, que alguém mais distraído mandaria para a sucata
sem hesitar, transformar-se-á numa bela mota reluzente: um maravilhoso
clássico. Se já decidiu dedicar-se a restaurar motos antigas, então está de
parabéns! Tome nota de alguns passos essenciais para que o seu trabalho flua da
melhor maneira e deite “mãos à obra”.
Como o fazer?Antes de iniciar o seu trabalho de restauração,
deve reunir o máximo de dados possíveis sobre a moto. Sempre que possível,
identifique a marca, o país de origem, o ano de fabricação. Assim, poderá
adquirir o manual de peças e esquema de montagem, o que facilitará a procura
das respetivas peças e componentes;
Pesquise dados como mecânicos experientes, concessionários
da marca, fabricantes (se existirem) e até mesmo colecionadores para que possa
ter acesso à informação de qualidade que irá necessitar no projeto de
recuperação da sua máquina. Não se esqueça que, para um bom resultado final, é
fundamental ter a melhor informação técnica possível;
Verifique que peças podem ser adaptadas e quais podem ser
recuperadas. Se por exemplo pistões e engrenagens podem ser adaptados por custo
razoável, já um cilindro, um carburador, o motor ou a bomba de óleo serão
difíceis de substituir. No entanto, poderão ser recuperados. Se faltar algum
destes elementos e não encontrar peças originais à venda, experimente colocar
um anúncio em publicações ou sites especializados;
Se não tiver um espaço fechado, como uma sala ou garagem,
para trabalhar, certifique-se de que tem caixas fechadas para colocar peças e
materiais para não correr o risco de perder nada que possa vir a fazer-lhe
falta;
Coloque etiquetas nas peças desmontadas e guarde-as em
locais certos para que seja depois mais fácil voltar ao puzzle de remontar a
sua moto;
Quanto à pintura, será necessária uma atenção especial pois,
antes da produção em série, a pintura era muitas vezes feita por autênticos
artesãos que, cuidadosamente, pintavam à mão tanques e rodas;
Verifique atentamente se o que parece cromado é mesmo
cromado, pois antes dos anos 20 este acabamento era geralmente niquelado;
Não esqueça a proteção contra a ferrugem. Depois de tanta
dedicação e trabalho com a sua obra-prima, não vai querer que a humidade
danifique a sua peça com este óxido. Após a reforma, preocupe-se com a
manutenção da máquina;
Experimente recorrer a sites de venda online como o eBay
para encontrar as suas peças e componentes, poderá ter resultados
surpreendentes ao encontrar particularidades que parecem mais difíceis de
encontrar;
Limpe sempre as roscas das carcaças antes de fechar o motor,
assim evita rachas por pressão devido a poeiras e sujidade interna;
Tente, sempre que possível, ler tudo o que encontrar sobre o
seu modelo, pois pode haver peças que foram adaptadas e que também lhe
servirão;
Faça o seu orçamento e crie um plano de gastos mensal ou
bimensal para aquisição de material. Evite ultrapassar o plafond para não
correr o risco de ter de inviabilizar o projeto.
Quando a sua “moto velha-nova” estiver pronta, reluzente e
linda, será excecional dar um passeio com ela e exibi-la aos amigos e família,
mas também aos mecânicos e a todos os que ajudaram no projeto de recuperação.
Partilhar o resultado final do trabalho conseguido é sempre
recompensador e, até quem sabe, pode ser motivador para que mais amigos se
iniciem neste tipo de projeto de restauração de motos antigas. Mais do que
apenas um hobby, a restauração de motos é uma verdadeira arte!
FONTE:: ATOMIC Hot Links
quarta-feira, 30 de julho de 2014
Os cinco problemas que dão dor de cabeça ao motociclista.
Saiba o que fazer com cabos rompidos, pneus furados e até perda de chaves.
Motos
podem ser muito amadas por seus donos, mas há momentos em que este
sentimento profundo pode sofrer abalos. A seguir, uma lista de cinco
problemas que acabam com o humor de qualquer motociclista, que fazem
repensar a relação, mas que podem ser minimizados ou evitados. Saiba
como:
1. Cabo da embreagem rompido
No passado, o episódio era bem mais comum na vida de um motociclista. Hoje o material usado nos cabos da embreagem melhorou, mas, de fato, o que está mais caprichado é o projeto das motos. O caminho que o cabo faz da manete até o motor é menos tortuoso e, portanto, os esforços são menores – são eles os maiores responsáveis pelo desgaste e consequente rompimento, além da falta de lubrificação.
No passado, o episódio era bem mais comum na vida de um motociclista. Hoje o material usado nos cabos da embreagem melhorou, mas, de fato, o que está mais caprichado é o projeto das motos. O caminho que o cabo faz da manete até o motor é menos tortuoso e, portanto, os esforços são menores – são eles os maiores responsáveis pelo desgaste e consequente rompimento, além da falta de lubrificação.
Se mesmo lubrificado abundantemente o manete de embreagem continuar
duro é sinal de que o problema pode não ser no cabo. Ele pode estar
esgarçado, próximo do rompimento e precisando ser substituído. A despesa
envolvida na troca de um cabo de embreagem é pequena e a mão de obra é
simples na maioria das motos.
Alguns adeptos mais prevenidos da prática fora de estrada costumam
colocar um cabo reserva, fixado junto ao cabo em uso. Se um quebrar, o
outro já está ali, pronto para entrar em ação, bastando apenas
encaixá-lo na manete e na alavanca que fica no bloco do motor.
No entanto, se o cabo quebrar e não houver como consertá-lo, o problema
não é tão grave assim: o câmbio da sua moto suportará mudanças de
marcha sem a embreagem por um pequeno período de uso. O problema será a
saída, e um recurso que funciona (mais fácil em motos pequenas ou
médias) é engatar uma marcha mais longa, segunda ou terceira, por
exemplo, e apertar o botão da partida elétrica, ajudando a moto a se
movimentar para frente com as pernas.
E nas motos maiores? Na maioria delas, a embreagem tem comando hidráulico (sem cabo), ou seja, não há nada para quebrar.
saiba mais
2. Cabo do acelerador rompido
Se o cabo endureceu, fique atento e aposte na lubrificação. Porém, se ele se romper – algo bem mais raro que a pane no cabo de embreagem –, não haverá como seguir viagem. Nas motos com carburador, um recurso é elevar a marcha lenta. A rotação mais alta permitirá seguir em frente se não houver trechos muito íngremes. Para fazer isso, basta saber qual é o parafuso de regulagem da marcha lenta. Geralmente, ele está bem visível em todos os carburadores. Mas atenção: esse é um expediente arriscado e só deve ser usado em situações de emergência, como para sair de um local perigoso à margem de uma rodovia e alcançar um posto de serviço ou oficina.
Se o cabo endureceu, fique atento e aposte na lubrificação. Porém, se ele se romper – algo bem mais raro que a pane no cabo de embreagem –, não haverá como seguir viagem. Nas motos com carburador, um recurso é elevar a marcha lenta. A rotação mais alta permitirá seguir em frente se não houver trechos muito íngremes. Para fazer isso, basta saber qual é o parafuso de regulagem da marcha lenta. Geralmente, ele está bem visível em todos os carburadores. Mas atenção: esse é um expediente arriscado e só deve ser usado em situações de emergência, como para sair de um local perigoso à margem de uma rodovia e alcançar um posto de serviço ou oficina.
3. Pneu furado
A primeira providência é parar de rodar o quanto antes, assim que perceber a perda de ar, tanto para evitar acidentes decorrentes da menor maneabilidade que o pneu vazio causa, como para evitar estragos nele ou na câmara de ar (se houver). Ao rodar vazias, as câmaras de ar estragam facilmente. Um furo pode virar dois, três ou, pior que isso, um rasgo. E um problema que seria possível consertar com um simples remendo pode dar “perda total”, e exigir a troca do componente.
A primeira providência é parar de rodar o quanto antes, assim que perceber a perda de ar, tanto para evitar acidentes decorrentes da menor maneabilidade que o pneu vazio causa, como para evitar estragos nele ou na câmara de ar (se houver). Ao rodar vazias, as câmaras de ar estragam facilmente. Um furo pode virar dois, três ou, pior que isso, um rasgo. E um problema que seria possível consertar com um simples remendo pode dar “perda total”, e exigir a troca do componente.
Se realmente não for possível parar de rodar imediatamente e fazer o
certo, que é desmontar a roda e levá-la ao conserto, o dano será menor
se houver menos peso sobre a moto. Portanto, desça dela e a empurre com o
motor ligado, caminhando ao lado. Fazer isso é realmente o último
recurso, pois exige razoável habilidade, e a chance de problemas é
grande. Lembre-se que o uso exagerado da embreagem a sobrecarrega e pode
até “queimar” o componente. Além disso, motores refrigerados a ar
precisam de velocidade e de fluxo de ar para não “fritarem”. Importante:
só deixe o motor ligado em marcha lenta, com a embreagem sendo acionada
constantemente, por um curto período de tempo.
No caso de o pneu furado não ter câmara, o esvaziamento é mais lento e,
mesmo se ele murchar de vez, o dano de rodar até o borracheiro será
potencialmente menor do que em um pneu com câmara. Mesmo assim, a
velocidade deve sempre ser baixíssima.
Corrente e coroa da moto (Foto: Divulgação)
4. Corrente quebrada
A qualidade das correntes de transmissão é, atualmente, muito boa. O motociclista está seguro se usar as originais de fábrica ou de marcas renomadas. Porém, o sistema de transmissão é sujeito a desgaste, e a troca da relação (nome dado ao conjunto formado por pinhão, corrente e coroa) deve ser periódica. A dica mais importante é jamais optar por marcas “xing-ling”, pois, além de durarem menos, oferecem riscos.
A qualidade das correntes de transmissão é, atualmente, muito boa. O motociclista está seguro se usar as originais de fábrica ou de marcas renomadas. Porém, o sistema de transmissão é sujeito a desgaste, e a troca da relação (nome dado ao conjunto formado por pinhão, corrente e coroa) deve ser periódica. A dica mais importante é jamais optar por marcas “xing-ling”, pois, além de durarem menos, oferecem riscos.
Estar bem no meio de uma ultrapassagem e a corrente quebrar é ruim, mas
pior do que isso é a corrente quebrar e enroscar na roda, travando-a e
levando você para o chão, ou ainda chicotear o cárter (recipiente que
protege o sistema) na quebra, rompendo o metal em torno do pinhão e
fazendo você perder seu motor. Sendo assim, olho vivo na transmissão.
Um sinal evidente que a sua relação “já era” é quando a possibilidade
de regulagem da tensão chega ao final. Outra forma de verificar o fim da
vida útil do sistema é olhar para a coroa: se os dentes estiverem
inclinados, estilo barbatana de tubarão, com as pontas afinadas, corra
para o mecânico. Um recurso da turma que faz trilha é levar sempre uma
emenda de corrente. As correntes da maioria das motos são seladas, sem
emenda, mas se por acaso você tiver uma emenda presa em algum lugar de
sua moto, bastará usar a pecinha para conseguir chegar até o mecânico e
colocar uma corrente nova.
5. Chave perdida
Existe alguém no planeta que jamais perdeu uma chave, seja ela de casa, do carro ou… da moto? Talvez sim, mas garanto que as pessoas que passaram por um grande aperto por conta do sumiço de chaves jamais esquecerão a dor de cabeça que isso causa.
Existe alguém no planeta que jamais perdeu uma chave, seja ela de casa, do carro ou… da moto? Talvez sim, mas garanto que as pessoas que passaram por um grande aperto por conta do sumiço de chaves jamais esquecerão a dor de cabeça que isso causa.
Chave pode ficar escondida na moto.
Antigamente, antes do advento das chaves codificadas com chip, a perda
de uma chave se resolvia com uma ligação direta, algo nem tão complexo
assim de se fazer. E a trava do guidão? Ora, quebrá-la nas motos mais
antigas é quase tão fácil quanto… fazer uma ligação direta!
Fonte G1/Roberto Agresti.
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SOBREVIVÊNCIA ESTRADEIRA
Cuidados que temos que ter com a motocicletas em tempo de frio!!!!
No frio, moto necessita de cuidados para não se desgastar, motor precisa
aquecer antes de ser submetido à esforço. Temperatura baixa pode
alterar reflexos dos motociclistas.
Em boa parte do Brasil, especialmente nas regiões sul, sudeste e
centro-oeste, a chegada do outono traz consigo uma significativa queda
nas temperaturas. É a época de tirar do armário o equipamento mais
pesado para andar de moto sem problemas.
O frio, como todo motociclista sabe, é um inimigo perigoso para a saúde e
também para a segurança. Depois de um certo tempo pilotando com a
temperatura do corpo baixa, os reflexos ficam lentos, o raciocínio é
afetado e perdemos o necessário “jogo de cintura”. Neste contexto,
cometer erros acaba sendo algo provável até mesmo para os mais
habilidosos ou experientes ao guidão.
Como escapar dessa armadilha? Óbvio: vestir-se adequadamente, com trajes
técnicos dotados de proteções, e com forros removíveis, item que pode
fazer muita diferença.
No outono é normal fazer frio de manhã bem cedo e no fim da tarde,
enquanto no restante do dia a temperatura pode estar agradável.
Desse modo, as jaquetas e calças com forros removíveis são a melhor solução.
Geralmente os forros que sobram nas horas quentes cabem em uma pequena
mochila. Um volume a mais, é certo, mas este é o método certo para
evitar o frio matinal e do fim da tarde, e que você “cozinhe” dentro da
roupa nas horas quentes do dia.
Moto necessita de cuidados:
Porém, e sua moto? Será que ela exige cuidados maiores nesta estação
caracterizada por uma grande variação térmica? A lição de casa da
manutenção bem feitinha é uma das chaves do sucesso para não ter
problemas, mas há outras dicas também.
Motos pequenas, geralmente refrigeradas a ar, alcançam rapidamente sua
temperatura de exercício ideal. Honda CG, Yamaha Factor e suas colegas
monocilíndricas de qualquer marca têm motores extremamente robustos, que
admitem maus tratos sem problemas.
Dispositivos eletrônicos se encarregam de adaptar a ignição e a mistura
ar-gasolina para encarar os primeiros quilômetros a frio sem engasgos e
soluços. Mas o óleo lubrificante demanda certo tempo para conseguir não
só alcançar sua temperatura ideal de funcionamento, como atingir todas
as partes do motor.
Depois de algumas horas parado, um motor esfria, e o óleo escorre para o
cárter pela ação da força da gravidade. Algumas partes ficam
praticamente a seco de lubrificante. Isso ocorre especialmente no
cabeçote, onde está o comando (ou comandos) de válvulas e todo o sistema
de distribuição de um motor. É uma zona delicada, cheia de pequenas
pecinhas sensíveis.
Apesar da tremenda evolução na qualidade dos óleos e os aditivos neles
contidos formarem uma película protetora – justamente para evitar o
acentuado desgaste que um motor frio poderia sofrer se acelerado
demasiadamente – os primeiros momentos de funcionamento de qualquer
motor são sempre críticos.
O que fazer? Nada de muito exótico: primeiro de tudo trocar o óleo e o
filtro seguindo religiosamente os prazos indicados pelo fabricante,
assim como usar lubrificante de qualidade, com a especificação correta.
Porém, fará uma baita diferença você dar ao motor ao menos um minuto ou
dois de funcionamento antes de submetê-lo a esforço – ou seja, sair
andando. Isso fará com que o óleo circule adequadamente, tendo tempo
para alcançar todos os componentes.
Após esse pequeno tempo dado para o motor “acordar“, uma vez rodando
espere ao menos alguns outros minutos – algo entre cinco ou dez já serão
o suficiente – antes de elevar a rotação. Em baixos giros o estresse
mecânico é bem menor que quando a agulha do contagiros está passeando
perto da faixa vermelha. Assim, deixe o motor esquentar girando
calminho, condição em que o desgaste interno será mínimo mesmo se o óleo
estiver frio e, portanto, ainda denso demais.
Motos maiores, com motores mais sofisticados, exigem ritual semelhante –
na verdade, ainda mais cuidadoso. Como comentado, os pequenos motores
monocilíndricos de 125 ou 150 cc refrigerados ar são espetacularmente
robustos e admitem maus tratos. Já um tetracilíndrico como, por exemplo,
o de uma Honda Hornet ou Yamaha XJ6 são engenhos mais sofisticados,
dotados de um número infinitamente maior de peças móveis e uma
capacidade de alcançar altas rotações muito superior.
Além disso, em vez do ar, a refrigeração é líquida: por conta disso, é
ainda mais importante seguir as regras de boa manutenção: usar bons
fluídos, lubrificantes, trocas frequentes e... um procedimento atento no
aquecimento antes de acelerar para valer.
Desgaste vem com o tempo
O que acontece se nada disso for feito, ou seja, ligar um motor gelado e
sair acelerando feito um maluco? Em um primeiro momento, nada: o
progresso obtido na qualidade dos lubrificantes atuais quanto na
metalurgia e na engenharia aplicada aos motores (especificação de
materiais, tolerância nas folgas e tratamentos químicos aplicados às
superfícies), deixou os motores modernos ultra resistentes aos maus
tratos.
Um motor frio dificilmente vai quebrar se acelerado a fundo. Mas, se
esse for um padrão de utilização, todo dia essa mesma tortura, há grande
chance de ele durar bem menos do que um motor aquecido cuidadosamente.
Então, olho vivo! O tempo esfriou? Tanto você quanto a sua moto vão
funcionar melhor, e por mais tempo, se a temperatura correta de
funcionamento do corpo e da mecânica for respeitada adequadamente.
Fonte: Robeto Agresti / G1.
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DICAS IMPORTANTES,
SOBREVIVÊNCIA ESTRADEIRA
Manutenção de motocicleta para os que usam apenas no final de semana.
Se você usa a motocicleta só nos finais de semana ou tem de abdicar do
guidão por um mês ou mais tempo, precisa ter alguns cuidados especiais
com ela. Pequenos períodos de inatividade, 2 ou 3 dias, não são
suficientes para causar nenhum problema, mas uma pausa de 5 a sete 7 já
favorece alterações. A moto pode sofrer com a ação do tempo e da
umidade, além de ter os pneus e outros componentes danificados. Veja
abaixo como evitar problemas.
Onde guardar a moto
O local onde a motocicleta fica guardada é muito importante, mas nem
todo mundo dispõe do ideal, ou seja, uma garagem fechada e livre de
umidade, a grande inimiga de objetos metálicos e mecânicos.
Se você é um “sem garagem” e nem mesmo dispõe de um telhadinho para
preservar sua moto das intempéries (sol e chuva), uma boa solução é ter
uma capa. Há opções desenhadas para se adaptar de maneira perfeita às
formas de cada modelo, com logotipo e outros luxos. Na verdade, qualquer
capa ou até mesmo uma simples lona que, cubra as partes mais sensíveis à
ação do tempo, como painel de instrumentos e banco, já resolve.
As capas preservam a moto da ação maléfica do tempo, mas tem um
inconveniente, que é reter umidade. Uma grande “fria” é chegar com a
moto molhada pela chuva ou por uma lavagem e colocar a capa, fazendo com
que toda aquela umidade fique retida. Sendo assim, melhor deixar a moto
secar antes de cobri-la.
Cuidados com a bateria
Usar a moto diariamente, em trajetos de ao menos 5 km, é a melhor
maneira de preservar a bateria, componente que tem vida útil que
dificilmente supera 2 ou 3 anos.
Quando perto do fim da existência, poucos dias de inatividade de sua
moto já são suficientes para que a bateria não consiga mais girar o
motor de arranque.
Nesse caso, nada a fazer senão buscar uma oficina e ouvir o diagnóstico
do especialista, que pode indicar que há chance de estender a vida útil
do componente, por meio de uma carga lenta, ou recomendar a troca.
Ligar um pouquinho todo dia não resolve
Um erro comum de quem não roda diariamente é imaginar que a bateria pode
ser recarregada ligando o motor por alguns minutos com certa
frequência. Tanto em marcha lenta como acelerando, a energia gasta com a
partida elétrica sempre tenderá a ser maior do que a energia que parcos
minutos de funcionamento irão conseguir devolver à bateria.
Diante da necessidade de deixar a moto parada por uma semana ou mais, o
único meio 100% certo de evitar problemas é ter um carregador de baixa
potência constantemente ligado à bateria.
Não é difícil encontrar um aparelho do tipo em lojas de peças para
motos. Para usá-lo, é necessário ter uma tomada por perto. A moto deve
ainda ficar estacionada em lugar coberto e os polos da bateria, onde
irão ser conectadas as garras tipo jacaré do carregador, devem ser de
acesso fácil. Em alguns modelos de motos grandes ou em scooters, ela
pode estar coberta por partes plásticas de remoção nem sempre simples,
ou situada em locais onde alcançar os polos é complicado. Importante:
não há risco de sobrecarga, porque esses dispositivos só fornecem carga
quando ela é necessária
Pneus calibrados
Todo manual manda verificar a pressão dos pneus com frequência. O ideal é
a cada semana, ou pelo menos a cada duas. Se você vai usar a moto
apenas no passeio do domingão de manhã, estabeleça uma rotina: ao sair,
pare no local mais próximo onde puder para verificar a pressão.
Para aqueles que vão deixar a moto parada muito tempo, mais de 15 ou 20
dias, uma boa saída é, antes disso, encher os pneus com uma pressão bem
acima da indicada pelo fabricante. A ideia não é compensar a natural
perda de ar, mas sim evitar a deformação por conta do peso da moto. Dos
mais comuns ao mais sofisticados, os pneus podem ter a carcaça deformada
caso fiquem muito tempo na mesma posição, com o peso da moto em uma
única área. Um pneu inflado acima da especificação recomendada – pelo
menos 10 lb/pol3 a mais – tenderá a resistir melhor à deformação do que
outro com pressão baixa.
Outra opção para evitar o problema é optar por estacionar a moto usando o
cavalete central, quando disponível. O ideal é que a roda dianteira
fique no ar, porque é mais prejudicial um pneu dianteiro deformado do
que um traseiro. Como conseguir fazer a roda traseira se apoiar no chão
levemente, deixando a dianteira no ar? Há várias maneiras: um cabo de
vassoura cortado na medida exata do chão até a ponta da bengala de
suspensão dianteira resolve, assim como um peso no bagageiro ou rabeta,
que faça a frente mal apoiar no solo.
Troca de óleo e combustível
Combustível e lubrificante têm prazo de validade. No caso do óleo do
motor, é recomendável substitui-lo a cada 6 meses, caso o limite de
quilometragem não tenha sido atingido.
Já em relação à gasolina, não há um período definido, mas se sabe que
gasolina “velha”, com mais de um mês, tende a formar depósitos e perder
as suas características.
A gasolina premium tem menor teor de enxofre e, por isso, é mais estável
e tem maior resistência à oxidação. Por consequência, perde menos
características devido ao envelhecimento. Além disso, esse tipo de
combustível tem aditivos que ajudam a limpar e manter limpo o motor.
O motor da sua moto pode até não exigir de gasolina de octanagem (índice
de resistência à detonação de combustíveis) maior como alguns modelos,
geralmente os de alta performance, mas em caso de longos períodos sem
uso é preferível ter no tanque gasolinas de melhor qualidade.
Outra medida defendida por muitos é sempre deixar os tanques de motos
que ficam paradas por longos períodos cheios até a boca, para fazer com
que a área interna da chapa metálica fique sempre em contato com o
combustível e não com o ar, o que favoreceria a oxidação. Tal
recomendação tem maior valor no caso de motocicletas mais antigas, nas
quais os processos de tratamento da superfície metálica – e até mesmo a
própria composição da chapa de aço – não se beneficiava de processos
mais modernos inibidores de oxidação.
Fonte: Roberto Agresti/G1
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DICAS IMPORTANTES,
SOBREVIVÊNCIA ESTRADEIRA
terça-feira, 29 de julho de 2014
Em uma motocicleta de "110" cilindradas este colombiano percorreu 14 mil até o Brasília Motocapital!!!
Quando pensamos em motociclistas, logo temos em nossas mentes a
imagem de uma moto de alta cilindrada pronta para desbravar qualquer
estrada. Mas não é apenas de grandes modelos que se constroem as grandes
aventuras em duas rodas. Juan Carlos García, um colombiano de 25 anos
que acabou de chegar ao Brasília Motocapital, está rodando 14 mil km em
uma “pequenina” de 110 cilindradas. E a aventura, garante, está apenas
começando.
“Na vida, ao menos uma vez, temos que largar de tudo e viajar. Com o
dinheiro que tinha, ou eu comprava uma outra moto ou viajava com essa
mesmo. Foi isso o que fiz e não me arrependo”, contou. Já são mais de 40
dias na estrada e ele garante ter feito muitos amigos, especialmente no
Brasil.
Aqui no Brasília Motocapital ele foi “adotado” por outros
motociclistas que lhe prestaram auxílio. Para ele, é justamente esse
sentimento de “irmandade” entre os companheiros de estrada o que mais o
cativou. “Em nunhum outro lugar que eu fui os motociclistas se tratam
assim, como verdadeiros irmãos”, disse ele.
Após o Brasília Motocapital, Juan pretende seguir sua viagem para
Argentina, Chile, Uruguai e Paraguai. Apenas depois de encerrada essa
aventura, ele pensa em voltar para casa. Nesse momento, sua casa é móvel
e se mexe em duas rodas. E a sua família, ele ressaltou, é a mesma que a
nossa: a família das duas rodas!
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FILOSOFIA E PENSAMENTO
sexta-feira, 2 de maio de 2014
Veja dicas importantes sobre bateria de motocicleta.
Algumas dicas sobre bateria de motocicleta, mostrando os cuidados que deve-se ter com ela, além de saber quantos tipos existem
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DICAS IMPORTANTES,
SOBREVIVÊNCIA ESTRADEIRA,
VÍDEOS
quinta-feira, 1 de maio de 2014
OS LENDÁRIOS ESTRADEIROS CONHECENDO O MUSEU DA TAM.
Com mais de 20.000 m2 de área e com a chancela de ser o maior museu de
aviação do mundo mantido por uma companhia aérea privada. O museu TAM
foi criado da restauração de um antigo monomotor Cessna dos irmãos
Amaro, o qual os inspirou na realização do sonho de preservar a memória
da aviação e de homenagear um homem que há mais de 100 anos sonhou que
podia voar. Seu trabalho árduo e persistente o levou a concretização do
que é hoje um dos transportes mais modernos do mundo. Hoje contamos
com mais de 90 aeronaves entre pioneiros, clássicos, jatos e caças, a
maioria em plenas condições de vôo, além de simuladores, túnel
multimídia, Espaço TAM Kids, Espaço propulsão, Torre de Controle,
Espaço Moda e uma ala dedicada exclusivamente a trajetória evolutiva da
própria TAM é entrar em um túnel do tempo com destino a uma
experiência única ao passado na qual fazemos questão de guiá-lo.
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MOMENTOS LENDÁRIOS ESTRADEIROS,
TURISMO
Manutenção da Corrente de Motocicletas.
Primeiramente é importante observar
qual é uso que fazemos de nossa motocicleta, ou seja, em via de regra
os motociclistas em geral utilizam suas motocicletas para trabalho ou
lazer, e não em competições. Devemos também ter sempre em mente que o
objetivo final é o de prolongar a vida útil do conjunto de transmissão
secundário. Na realidade o assunto é muito mais complexo e exige que
sejam observados todos os itens abaixo.
No entanto, muitos motociclistas que relizam longas viagens, preferem simplificar, e simplesmente utilizar "Sprays" para passar óleo na Corrente, existem de várias marcas, o mais conhecido é da Motul. Essa matéria não visa discutir se é ou não a melhor forma de realizar manutenção na corrente, porém, sem dúvida é a mais prática quando estamos numa longa viagem.
Qualidade e Modelo do Conjunto de Transmissão Secundário:
Antes de qualquer instrução sobre a manutenção da corrente, é preciso observar a qualidade do Conjunto de Transmissão, ou “Relação” como os motoqueiros chamam. Esse é o primeiro vértice da historia, pois ou compramos um conjunto de boa qualidade, onde iremos pagar mais, conseqüentemente a duração também será maior, ou compramos um conjunto mais “barato” que conseqüentemente ira durar menos, ou seja, o famoso custo / beneficio . Outro fator importante a ser observado é a troca do conjunto “original” por outro de relação diferente, pois muitos querem que a moto “ande” mais, mas não querem que a corrente se desgaste rapidamente, isso é uma utopia. Portanto qualidade e originalidade do sistema vão garantir com certeza que consigamos rodar muitos mais quilômetros.
Forma de Condução:
Sem dúvida esse é um dos itens mais importantes na conservação do conjunto de transmissão, como falamos antes levamos em conta que usamos a moto para trabalho ou lazer, e pilotamos de maneira correta e segura. Se por exemplo, sempre fazermos nossas arrancadas de maneira esportiva, é obvio que de nada adiantara todas as demais orientações. Sem falar também que todos os componentes como embreagem, freios, pneus, etc. terão sua vida útil reduzida.
Regulagem da tensão da corrente:
A regulagem da tensão da corrente, conhecido entre os motociclistas como “esticar a corrente”, é o primeiro fator a ser abordado para a conservação de todo o conjunto de transmissão secundaria (Pinhão, Corrente e Coroa). Deve-se sempre utilizar a folga própria de cada moto especificada pelo fabricante da motocicleta. Como todos sabem cada tipo de moto tem sua folga característica, como exemplo pode-se citar as motos “ off -road ” que tem a folga maior que as motos “esportivas”. Manter a corrente com sua folga devidamente controlada, alem de ser importante na conservação do conjunto de transmissão, é responsável também pela melhor eficiência na transferência da força motriz para a roda. A inspeção da tensão da folga da corrente deve ser feita com a maior freqüência possível, fabricantes e mecânicos falam em algo em torno de cada 250 a 350 km dependendo do tipo da motocicleta.
Alinhamento da Corrente:
Outro item muito importante é o alinhamento da corrente entre o pinhão e a coroa. O desalinhamento ocorre quando ao trocar o pneu traseiro ou regular a folga da corrente deixam-se medidas diferentes nos esticadores laterais de corrente. Quando a Coroa e o Pinhão não se encontram alinhados, ira ocorrer uma torção na corrente que conseqüentemente iniciara um processo de desgaste excessivo na corrente coroa e pinhão.
Exame individual de cada componente:
Há alguns anos atrás, não existia o habito de se trocar de uma vez todo o conjunto de transmissão, ou kit de relação. Era comum o mecânico examinar individualmente: pinhão, corrente e coroa e fazer a troca apenas de um deles, hoje se fala em trocar tudo de uma vez caso contrario a peça velha estraga a nova. Na realidade esse é um ponto de vista discutível. Imagine que você faz a troca de uma só vez de todos componentes, mas os componentes não têm a mesma qualidade entre si, então, por exemplo, o pinhão se desgasta mais que a corrente e a coroa. Nesse caso podemos trocar o pinhão (que é o mais barato) e conseguir uma quilometragem um pouco maior dos outros dois componentes. Portanto passe a criar o habito de examinar, e também pedir para seu mecânico examine, individualmente cada componente do conjunto de transmissão.
Limpeza da Corrente:
Este item é muito polemico, alguns motociclistas e mecânicos acreditam que a corrente não deve ser lavada. Na realidade a corrente deve ser lavada, e deve-se retirar todo o excesso de lubrificação anterior. Esse item é primordial, alguns mecânicos e engenheiros ressaltam que antes de lubrificar a corrente, toda “lubrificação suja” deve ser retirada. Os produtos utilizados para lubrificar a corrente favorecem o acumulo de areia, pó e sedimentos que irão funcionar como “abrasivos” que provocam o desgaste por “ usinagem ” do conjunto. Portanto somente a lavagem pode contornar esse problema. A polemica é gerada principalmente por conta dos produtos utilizados para a lavagem da corrente. Não devemos nunca utilizar desengraxantes pesados tipo “ Solupam ” eles prejudicam diretamente o metal da corrente. Nem usar gasolina pura que resseca os anéis de borracha das correntes mais modernas. Quem é partidário do pensamento contrario a lavagem, acreditam que produtos como o “querosene” ou “óleo diesel” também ressecam esse anéis de borracha, e “em tese” retiram toda a lubrificação deixando a corrente “ressecada”, esse problema pode ser contornado acrescentando- se sabão liquido ao “querosene” ou “óleo diesel”. Deve-se evitar lavar em água com alta pressão, pois a sujeira tende a penetrar entre o pino e o rolete da corrente provocando aumento do desgaste da mesma quando em uso. A freqüência de lavagem da corrente esta relacionada ao tipo de lubrificação e ao local de uso da motocicleta. Quanto mais “ grudento ” for o produto utilizado para a lubrificação e quanto mais “terra” a moto rodar maior deve ser freqüência de lavagem.
Lubrificação da Corrente:
Este é o item mais polemico do estudo, os motociclistas sempre querem saber especificamente qual marca de produto deve ser utilizada. Infelizmente uma resposta direta dessa forma não existe, acredito que nenhum mecânico, engenheiro, ou especialista, tenha um estudo técnico completo e detalhado do resultado da utilização de cada produto existe no mercado, que leve em conta a durabilidade do sistema de transmissão secundário para cada um desses produtos. Dessa forma optei por fazer citações do que acredito que se deve, e o que não se deve usar.
1) Partindo-se do principio que usamos nossas motos para trabalho ou lazer, podemos concluir que os produtos utilizados para competições, normalmente esses produtos só funcionam em altas temperaturas com exigência máxima dos materiais, portanto não serão os mais indicados para as motos “normais”, pois eles buscam privilegiar o desempenho e não a conservação do sistema de transmissão secundário.
2) Não se deve também utilizar o óleo “sujo” retirado do motor da motocicleta, primeiro porque o mesmo é “muito fino” (Sae 20) e segundo porque por ele estar usado, já perdeu toda sua viscosidade, não mantendo mais suas características lubrificantes, e também porque a mesmo encontra-se contaminado com resíduos sólidos.
3) Não se deve usar óleo em spray para lubrificação geral, que são vendidos em lojas de ferragens, esses óleos normalmente são “finos” e não são indicados para lubrificação de correntes.
4) Não se deve usar também a famosa graxa com grafite, pois a grafite alem de agir como abrasivo, ela ira se acumular entre a corrente e coroa ou pinhão e com o atrito ira formar “calos” na coroa e no pinhão, causando um desgaste irregular, desses componentes.
5) Não se deve também utilizar produtos que secam rapidamente e não mantenham suas características lubrificantes, pois com o passar do tempo eles se parecem mais com uma “cola” e o pó e a sujeira “grudam” fácil neles, por experiência, percebi que com o passar do tempo os mesmos ainda deixam os elos “travados” e os conjuntos da corrente com pouca flexibilidade.
6) Nenhum engenheiro mecânico aconselha também o uso de graxas em geral em correntes, seja qual for à qualidade da graxa, porque segundo esses especialistas elas são “grossas” e não penetram no interior dos elos da corrente. Tem se observado na pratica que os “ moto-boys ” por rodarem muito, e não conseguirem lubrificar com freqüência a corrente, acabam optando por lubrificar com graxa e assim conseguem um resultado melhor do que deixar o conjunto sem nenhuma lubrificação.
7) Na realidade o produto ideal é o óleo, nesse item é importante observar que os fabricantes de motocicletas em geral indicam o uso de óleo grosso (Sae 90) para a lubrificação de corrente de motocicletas.
8) Algumas “graxas brancas” encontradas no mercado, segundo informam os fabricantes, são na realidade óleo hidrogenado, e após sua aplicação com o calor gerado pelo atrito do sistema de transmissão o óleo ira “derreter” e então cumprir adequadamente sua função de lubrificar.
Dicas importantes:
1) O que usar: Sempre que um motociclista recebe a confirmação que o produto adequado é o óleo, o mesmo imediatamente reclama que o óleo não para na corrente e por conseqüência tem que se lubrificar muitas vezes a corrente, não se tornando, portanto, muito pratico o uso de óleo na lubrificação da corrente. Minha sugestão, baseada na minha experiência pessoal que já faço a muitos anos, que não tem nenhuma confirmação técnica, mas já vi também muitos bons mecânicos aconselharem essa técnica, é acrescentar um pouco de graxa no óleo grosso (sae 90) deixando-o mais consistente.
2) Quando Lubrificar: Essa é uma das maiores duvidas encontrada pelos motociclistas em geral, em minhas pesquisas em sites, fóruns, etc. tenho visto muitos números, a maioria fala em algo em torno de 250 a 500 km , sendo que os fabricantes em geral recomendam a cada 400 km . Mas acredito que a kilometragem não deve ser o principal fator a se considerar, deve-se observar outros fatores como: Tipo de uso: só estrada, só cidade, etc. Clima dos últimos dias: Muito calor, muito frio, chuva, etc. O tipo de local utilizado: Asfalto, Terra, etc. E principalmente qual o produto que foi utilizado. Em viagens longas é sempre muito bom reforçar a lubrificação, mas lembrando que se a pista for de terra, e se não for possível lavar a corrente antes de lubrificar, é preferível então não lubrificá-la.
3) Aprendendo a “Ler” a corrente: O mais importante é aprender verificar a necessidade de lubrificação com um exame da corrente, que deve ser visual e pelo tato. Primeiramente no exame visual deve verificar se a corrente apresenta uma coloração de aspecto “úmido” e brilhante, não devendo estar sem brilho ou opaca. No exame de tato inicialmente deve-se sentir e confirmar se a corrente esta mesmo úmida, não devendo estar ressecada. A seguir deve-se colocar a mão no centro da área livre da corrente e verificar se a corrente movimenta-se livremente para cima e para baixo, não devendo estar “travada” ou com a movimentação pesada, ou seja, os conjuntos de elos e laterais devem movimentar-se normalmente, a seguir deve-se verificar se os elos estão girando facilmente nos seus eixos.
4) Como Lubrificar: Antes de qualquer coisa é muito importante ressaltar que a lubrificação da corrente deve ser feita de maneira planejada, acima de tudo deve-se prever um tempo de pelo menos quinze minutos para realizar essa tarefa, deve-se estar preparado com roupas adequadas, nunca se deve fazer sem planejamento e “correndo” pois esses serão os únicos fatores que irão conferir a lubrificação correta e adequada da corrente. Novamente cito minha experiência adquirida na lavagem, lembrando que corrente não deve estar muito suja, ou seja, com muito acumulo de lubrificação antiga, devendo estar razoavelmente limpa, caso contrario, a nova lubrificação não conseguira atingir a partes internas dos elos da corrente. O ideal é manter a mistura de Óleo e Graxa em uma lata com tampa, que quando aberta mantenha as bordas livres. Então se deve sentar ou deitar no chão, não tem jeito de fazer de outra forma, principalmente nas motos sem cavalete e com corrente escondida atrás do escape, lembrando que você vai aplicar na parte da corrente que fica abaixo do braço da balança traseira, a seguir com a ponta de uma escova de dente retire uma pequena quantidade da mistura, e espalhe levemente do lado superior corrente, da entrada do pinhão até as proximidades da coroa, após espalhar a mistura, comece a passar a escova com mais pressão, para todos os lados, acima e abaixo da corrente para que a mistura se espalhe da maneira homogenia em toda a área que se esta lubrificando. Para as motos que tem cavalete central basta girar pouco a pouco a roda traseira para que uma nova parte da corrente ainda não lubrificada apareça, e você repete todo o processo, normalmente repetem-se quatro ou cinco vezes até completar toda a corrente. Nas motos sem cavalete central (esportivas) a cada parte aplicada, deve-se levantar do chão, inclinar a moto sobre o corpo, girar a roda traseira e colocar no local adequado uma nova área da corrente a ser lubrificada. Nas motos custons , com corrente, ou motos muito pesadas, não tem jeito, deve-se a cada etapa andar com a moto para frente até que uma nova parte a ser lubrificada apareça.
5) Pouco, mas sempre: Os motociclistas fanáticos pela conservação da corrente acreditam que colocando um volume grande de óleo ou graxa na corrente ela já estará protegida. Muitos pegam a bisnaga de graxa e aplicam uma grande quantidade sobre a corrente de qualquer maneira sem espalhar e sem fazê-la penetrar nas partes internas da corrente. Esse procedimento , alem de não servir para conservar a corrente, ira fazer com que o excesso de lubrificação vá para a banda de rodagem do pneu, fazendo o motociclista correr o risco de levar um belo de um chão. Alem do mais vai sujar toda a roda, motor e quadro. Se quisermos realmente conservar a corrente temos que lubrificá-la com pouco lubrificante, de maneira adequada, com bastante freqüência.
Autores: texto por Tomás André dos Santos - www.tasnaweb.com. Colaboraram também com esta matéria os amigos: Nicolau (Mecânico de motos de Sorocaba), Carlos Alberto (Engenheiro Mecânico formado na Fei ) e Roberley (Motociclista).
No entanto, muitos motociclistas que relizam longas viagens, preferem simplificar, e simplesmente utilizar "Sprays" para passar óleo na Corrente, existem de várias marcas, o mais conhecido é da Motul. Essa matéria não visa discutir se é ou não a melhor forma de realizar manutenção na corrente, porém, sem dúvida é a mais prática quando estamos numa longa viagem.
Qualidade e Modelo do Conjunto de Transmissão Secundário:
Antes de qualquer instrução sobre a manutenção da corrente, é preciso observar a qualidade do Conjunto de Transmissão, ou “Relação” como os motoqueiros chamam. Esse é o primeiro vértice da historia, pois ou compramos um conjunto de boa qualidade, onde iremos pagar mais, conseqüentemente a duração também será maior, ou compramos um conjunto mais “barato” que conseqüentemente ira durar menos, ou seja, o famoso custo / beneficio . Outro fator importante a ser observado é a troca do conjunto “original” por outro de relação diferente, pois muitos querem que a moto “ande” mais, mas não querem que a corrente se desgaste rapidamente, isso é uma utopia. Portanto qualidade e originalidade do sistema vão garantir com certeza que consigamos rodar muitos mais quilômetros.
Forma de Condução:
Sem dúvida esse é um dos itens mais importantes na conservação do conjunto de transmissão, como falamos antes levamos em conta que usamos a moto para trabalho ou lazer, e pilotamos de maneira correta e segura. Se por exemplo, sempre fazermos nossas arrancadas de maneira esportiva, é obvio que de nada adiantara todas as demais orientações. Sem falar também que todos os componentes como embreagem, freios, pneus, etc. terão sua vida útil reduzida.
Regulagem da tensão da corrente:
A regulagem da tensão da corrente, conhecido entre os motociclistas como “esticar a corrente”, é o primeiro fator a ser abordado para a conservação de todo o conjunto de transmissão secundaria (Pinhão, Corrente e Coroa). Deve-se sempre utilizar a folga própria de cada moto especificada pelo fabricante da motocicleta. Como todos sabem cada tipo de moto tem sua folga característica, como exemplo pode-se citar as motos “ off -road ” que tem a folga maior que as motos “esportivas”. Manter a corrente com sua folga devidamente controlada, alem de ser importante na conservação do conjunto de transmissão, é responsável também pela melhor eficiência na transferência da força motriz para a roda. A inspeção da tensão da folga da corrente deve ser feita com a maior freqüência possível, fabricantes e mecânicos falam em algo em torno de cada 250 a 350 km dependendo do tipo da motocicleta.
Alinhamento da Corrente:
Outro item muito importante é o alinhamento da corrente entre o pinhão e a coroa. O desalinhamento ocorre quando ao trocar o pneu traseiro ou regular a folga da corrente deixam-se medidas diferentes nos esticadores laterais de corrente. Quando a Coroa e o Pinhão não se encontram alinhados, ira ocorrer uma torção na corrente que conseqüentemente iniciara um processo de desgaste excessivo na corrente coroa e pinhão.
Exame individual de cada componente:
Há alguns anos atrás, não existia o habito de se trocar de uma vez todo o conjunto de transmissão, ou kit de relação. Era comum o mecânico examinar individualmente: pinhão, corrente e coroa e fazer a troca apenas de um deles, hoje se fala em trocar tudo de uma vez caso contrario a peça velha estraga a nova. Na realidade esse é um ponto de vista discutível. Imagine que você faz a troca de uma só vez de todos componentes, mas os componentes não têm a mesma qualidade entre si, então, por exemplo, o pinhão se desgasta mais que a corrente e a coroa. Nesse caso podemos trocar o pinhão (que é o mais barato) e conseguir uma quilometragem um pouco maior dos outros dois componentes. Portanto passe a criar o habito de examinar, e também pedir para seu mecânico examine, individualmente cada componente do conjunto de transmissão.
Limpeza da Corrente:
Este item é muito polemico, alguns motociclistas e mecânicos acreditam que a corrente não deve ser lavada. Na realidade a corrente deve ser lavada, e deve-se retirar todo o excesso de lubrificação anterior. Esse item é primordial, alguns mecânicos e engenheiros ressaltam que antes de lubrificar a corrente, toda “lubrificação suja” deve ser retirada. Os produtos utilizados para lubrificar a corrente favorecem o acumulo de areia, pó e sedimentos que irão funcionar como “abrasivos” que provocam o desgaste por “ usinagem ” do conjunto. Portanto somente a lavagem pode contornar esse problema. A polemica é gerada principalmente por conta dos produtos utilizados para a lavagem da corrente. Não devemos nunca utilizar desengraxantes pesados tipo “ Solupam ” eles prejudicam diretamente o metal da corrente. Nem usar gasolina pura que resseca os anéis de borracha das correntes mais modernas. Quem é partidário do pensamento contrario a lavagem, acreditam que produtos como o “querosene” ou “óleo diesel” também ressecam esse anéis de borracha, e “em tese” retiram toda a lubrificação deixando a corrente “ressecada”, esse problema pode ser contornado acrescentando- se sabão liquido ao “querosene” ou “óleo diesel”. Deve-se evitar lavar em água com alta pressão, pois a sujeira tende a penetrar entre o pino e o rolete da corrente provocando aumento do desgaste da mesma quando em uso. A freqüência de lavagem da corrente esta relacionada ao tipo de lubrificação e ao local de uso da motocicleta. Quanto mais “ grudento ” for o produto utilizado para a lubrificação e quanto mais “terra” a moto rodar maior deve ser freqüência de lavagem.
Lubrificação da Corrente:
Este é o item mais polemico do estudo, os motociclistas sempre querem saber especificamente qual marca de produto deve ser utilizada. Infelizmente uma resposta direta dessa forma não existe, acredito que nenhum mecânico, engenheiro, ou especialista, tenha um estudo técnico completo e detalhado do resultado da utilização de cada produto existe no mercado, que leve em conta a durabilidade do sistema de transmissão secundário para cada um desses produtos. Dessa forma optei por fazer citações do que acredito que se deve, e o que não se deve usar.
1) Partindo-se do principio que usamos nossas motos para trabalho ou lazer, podemos concluir que os produtos utilizados para competições, normalmente esses produtos só funcionam em altas temperaturas com exigência máxima dos materiais, portanto não serão os mais indicados para as motos “normais”, pois eles buscam privilegiar o desempenho e não a conservação do sistema de transmissão secundário.
2) Não se deve também utilizar o óleo “sujo” retirado do motor da motocicleta, primeiro porque o mesmo é “muito fino” (Sae 20) e segundo porque por ele estar usado, já perdeu toda sua viscosidade, não mantendo mais suas características lubrificantes, e também porque a mesmo encontra-se contaminado com resíduos sólidos.
3) Não se deve usar óleo em spray para lubrificação geral, que são vendidos em lojas de ferragens, esses óleos normalmente são “finos” e não são indicados para lubrificação de correntes.
4) Não se deve usar também a famosa graxa com grafite, pois a grafite alem de agir como abrasivo, ela ira se acumular entre a corrente e coroa ou pinhão e com o atrito ira formar “calos” na coroa e no pinhão, causando um desgaste irregular, desses componentes.
5) Não se deve também utilizar produtos que secam rapidamente e não mantenham suas características lubrificantes, pois com o passar do tempo eles se parecem mais com uma “cola” e o pó e a sujeira “grudam” fácil neles, por experiência, percebi que com o passar do tempo os mesmos ainda deixam os elos “travados” e os conjuntos da corrente com pouca flexibilidade.
6) Nenhum engenheiro mecânico aconselha também o uso de graxas em geral em correntes, seja qual for à qualidade da graxa, porque segundo esses especialistas elas são “grossas” e não penetram no interior dos elos da corrente. Tem se observado na pratica que os “ moto-boys ” por rodarem muito, e não conseguirem lubrificar com freqüência a corrente, acabam optando por lubrificar com graxa e assim conseguem um resultado melhor do que deixar o conjunto sem nenhuma lubrificação.
7) Na realidade o produto ideal é o óleo, nesse item é importante observar que os fabricantes de motocicletas em geral indicam o uso de óleo grosso (Sae 90) para a lubrificação de corrente de motocicletas.
8) Algumas “graxas brancas” encontradas no mercado, segundo informam os fabricantes, são na realidade óleo hidrogenado, e após sua aplicação com o calor gerado pelo atrito do sistema de transmissão o óleo ira “derreter” e então cumprir adequadamente sua função de lubrificar.
Dicas importantes:
1) O que usar: Sempre que um motociclista recebe a confirmação que o produto adequado é o óleo, o mesmo imediatamente reclama que o óleo não para na corrente e por conseqüência tem que se lubrificar muitas vezes a corrente, não se tornando, portanto, muito pratico o uso de óleo na lubrificação da corrente. Minha sugestão, baseada na minha experiência pessoal que já faço a muitos anos, que não tem nenhuma confirmação técnica, mas já vi também muitos bons mecânicos aconselharem essa técnica, é acrescentar um pouco de graxa no óleo grosso (sae 90) deixando-o mais consistente.
2) Quando Lubrificar: Essa é uma das maiores duvidas encontrada pelos motociclistas em geral, em minhas pesquisas em sites, fóruns, etc. tenho visto muitos números, a maioria fala em algo em torno de 250 a 500 km , sendo que os fabricantes em geral recomendam a cada 400 km . Mas acredito que a kilometragem não deve ser o principal fator a se considerar, deve-se observar outros fatores como: Tipo de uso: só estrada, só cidade, etc. Clima dos últimos dias: Muito calor, muito frio, chuva, etc. O tipo de local utilizado: Asfalto, Terra, etc. E principalmente qual o produto que foi utilizado. Em viagens longas é sempre muito bom reforçar a lubrificação, mas lembrando que se a pista for de terra, e se não for possível lavar a corrente antes de lubrificar, é preferível então não lubrificá-la.
3) Aprendendo a “Ler” a corrente: O mais importante é aprender verificar a necessidade de lubrificação com um exame da corrente, que deve ser visual e pelo tato. Primeiramente no exame visual deve verificar se a corrente apresenta uma coloração de aspecto “úmido” e brilhante, não devendo estar sem brilho ou opaca. No exame de tato inicialmente deve-se sentir e confirmar se a corrente esta mesmo úmida, não devendo estar ressecada. A seguir deve-se colocar a mão no centro da área livre da corrente e verificar se a corrente movimenta-se livremente para cima e para baixo, não devendo estar “travada” ou com a movimentação pesada, ou seja, os conjuntos de elos e laterais devem movimentar-se normalmente, a seguir deve-se verificar se os elos estão girando facilmente nos seus eixos.
4) Como Lubrificar: Antes de qualquer coisa é muito importante ressaltar que a lubrificação da corrente deve ser feita de maneira planejada, acima de tudo deve-se prever um tempo de pelo menos quinze minutos para realizar essa tarefa, deve-se estar preparado com roupas adequadas, nunca se deve fazer sem planejamento e “correndo” pois esses serão os únicos fatores que irão conferir a lubrificação correta e adequada da corrente. Novamente cito minha experiência adquirida na lavagem, lembrando que corrente não deve estar muito suja, ou seja, com muito acumulo de lubrificação antiga, devendo estar razoavelmente limpa, caso contrario, a nova lubrificação não conseguira atingir a partes internas dos elos da corrente. O ideal é manter a mistura de Óleo e Graxa em uma lata com tampa, que quando aberta mantenha as bordas livres. Então se deve sentar ou deitar no chão, não tem jeito de fazer de outra forma, principalmente nas motos sem cavalete e com corrente escondida atrás do escape, lembrando que você vai aplicar na parte da corrente que fica abaixo do braço da balança traseira, a seguir com a ponta de uma escova de dente retire uma pequena quantidade da mistura, e espalhe levemente do lado superior corrente, da entrada do pinhão até as proximidades da coroa, após espalhar a mistura, comece a passar a escova com mais pressão, para todos os lados, acima e abaixo da corrente para que a mistura se espalhe da maneira homogenia em toda a área que se esta lubrificando. Para as motos que tem cavalete central basta girar pouco a pouco a roda traseira para que uma nova parte da corrente ainda não lubrificada apareça, e você repete todo o processo, normalmente repetem-se quatro ou cinco vezes até completar toda a corrente. Nas motos sem cavalete central (esportivas) a cada parte aplicada, deve-se levantar do chão, inclinar a moto sobre o corpo, girar a roda traseira e colocar no local adequado uma nova área da corrente a ser lubrificada. Nas motos custons , com corrente, ou motos muito pesadas, não tem jeito, deve-se a cada etapa andar com a moto para frente até que uma nova parte a ser lubrificada apareça.
5) Pouco, mas sempre: Os motociclistas fanáticos pela conservação da corrente acreditam que colocando um volume grande de óleo ou graxa na corrente ela já estará protegida. Muitos pegam a bisnaga de graxa e aplicam uma grande quantidade sobre a corrente de qualquer maneira sem espalhar e sem fazê-la penetrar nas partes internas da corrente. Esse procedimento , alem de não servir para conservar a corrente, ira fazer com que o excesso de lubrificação vá para a banda de rodagem do pneu, fazendo o motociclista correr o risco de levar um belo de um chão. Alem do mais vai sujar toda a roda, motor e quadro. Se quisermos realmente conservar a corrente temos que lubrificá-la com pouco lubrificante, de maneira adequada, com bastante freqüência.
Autores: texto por Tomás André dos Santos - www.tasnaweb.com. Colaboraram também com esta matéria os amigos: Nicolau (Mecânico de motos de Sorocaba), Carlos Alberto (Engenheiro Mecânico formado na Fei ) e Roberley (Motociclista).
segunda-feira, 21 de abril de 2014
Os Lendários Estradeiros no Chile...
O casal Victão e Thais honrando os seus coletes em Santiago do Chile, e
sua esposa fotografou ele ao lado da bandeira hasteada. Parabéns pela
dedicação e carinho que tem pelas cores dos seus coletes.
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domingo, 16 de março de 2014
03º Aniversário dos LENDÁRIOS ESTRADEIROS MC
A festa do 03 º aniversário foi abençoada com a alegria de compartilhar este momento impar entre os irmãos integrantes e amigos na Churrascaria Paineiras na cidade de Itú-SP. (09/março de 2014)
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