Você quer uma Vespa ou Lambretta em miniatura?
Pra isso basta ter de paciência e um pouco de habilidade manual. Abaixo estão os gabaritos para fazer uma de papel; é simples basta imprimir-lo recortar e colar, tem ainda algumas fotos de uma já montada.
Bem eu não tenho paciência nem tão pouco habilidade manual, mas achei muito interessante.
LENDÁRIOS ESTRADEIROS MOTO CLUBE
RÁDIO ROTA 66
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Australiano cria moto voadora
Parece um equipamento da franquia do agente secreto britânico James Bond ou até criação de filmes de ficção científica, mas o australiano Chris Malloy garante em seu site que sua obra funciona. Ele afirma ter construído a primeira moto voadora.
Segundo Malloy, a Hoverbike pode atingir até 3.000 metros de altura e uma velocidade de 270 km/h. Com estrutura de fibra de carbono, a moto pesa apenas 110 kg. O veículo usa um motor a gasolina de 106 cv e só pode decolar com um peso total de até 270 kg.
A carroceria é um pouco diferente. O aro das rodas é paralelo ao chão. Dentro, nada de pneus: apenas hélices movimentadas pelo motor da moto.
A Hoverbike ainda é um protótipo e, nos curtos voos de teste, não subiu mais do que alguns centímetros do chão.
O preço ainda é pouco adequado para a venda no mercado: US$ 40 mil. Para Malloy, com volume de produção maior, será possível reduzi-lo.
Fonte: Folha.com
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Aliança para aficionados por carros e motos
Já vi muitos produtos para quem gosta de carros e motocicletas, já vi casamentos sobre rodas e muitas outras coisas. Mas confesso que uma das coisas mais inusitadas que já vi foram essas alianças com relevo de pneus.
Realmente não sei mais o que falta inventarem.Mas que é uma ótima opção isso é sim.
Você sabe o que são Dalniks? Não!!!!!?
Tudo bem, este termo não é muito conhecido mesmo.
Dalniks são estas motocicletas de cabines construídas nos últimos 75 anos, principalmente na Europa Oriental.
A primeira foi construída por Jan Anderle no final de 1930, num misto de motocicleta e automóvel, mas ficaram populares mesmo nas décadas de 50 e 60.
Produzidas com motor de moto, que ficava atrás do passageiro e corpo aerodinâmico em volta deles, com a posição de pilotagem sentada, normalmente tinham abas que se abriam para os pés do condutor.
A NSU foi a mais conhecida moto desta modalidade, e tiveram até campeonatos de velocidade com a categoria.
Agora estão pensando em lançar uma versão futurista.
Esse modelo poderá chegar a 250km/h
As dez cidades com mais motos por pessoa
O IBGE, em parceria com Denatran, realizou um levantamento no fim de 2010 que revelou as dez cidades com mais motos por pessoa. Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, a cidade de São Paulo, por exemplo, não faz parte desta lista. Aliás, apenas três cidades do Estado de São Paulo estão entre as dez, mas todas no interior. Quem encabeça a relação é uma cidade em Rondônia (Ji-Paraná), seguida por uma em Tocantins (Araguaína). Completando o pódio desta lista vem Araçatuba, localizada no interior de São Paulo. Segue abaixo a relação com as dez cidades com mais motos por habitante, segundo o IBGE/Denatran.
1 – Ji-Paraná (RO): 26,4 motos a cada 100 habitantes
Localizada em Rondônia, Ji-Paraná possui uma população de 116.610 habitantes, sendo apenas a 225ª cidade mais populosa do Brasil. O nome do município é de origem indígena e significa rio-machado. Ji-Paraná também é conhecida como o Coração de Rondônia, devido à localização da cidade na região central do estado e a presença de uma ilha, com o formato que lembra um coração, perto dos rios Machado e Urupá. Um motivo que pode levar os habitantes de Ji-Paraná a se locomover tanto de moto é o clima. As temperaturas médias anuais variam entre 24º e 26°C, podendo marcar máximas de 33°C.
2 – Araguaína (TO): 25,8 motos a cada 100 habitantes
Nos primeiros anos de vida do Estado do Tocantins, quando foi estabelecida a Constituição de 1988, Araguaína era a maior cidade do Estado e a provável capital, mas acabou perdendo o posto para Palmas. Atualmente com 150.520 habitantes, a cidade passou a ser a segunda maior população do Tocantins, de acordo com o Censo 2010. A economia se baseia na pecuária e na agricultura e a cidade se orgulha de ter três frigoríficos de referência nacional: Bertin, Minerva e o Boiforte. O transporte coletivo em Araguaína está a cargo da Viação Lontra, que não possui uma frota ampla e condizente com as necessidades nos moradores da cidade. Por isso, talvez, a moto seja um veículo muito utilizado por lá e são os números de habitante/moto que colocam Araguaína na segunda colocação deste ranking.
3 – Araçatuba (SP): 24,6 motos a cada 100 habitantes
Próxima do rio Tietê, considerado limpo na região, Araçatuba é a primeira cidade não-ribeirinha do estado de São Paulo a captar água diretamente deste rio. Ainda está sobre o Aquífero Guarani, a maior reserva de água doce do mundo e é cortada pelo Ribeirão Baguaçu, que abastece parte do município. Em Araçatuba, 100% do esgoto é tratado antes de ser lançado nos cursos de água. A história de Araçatuba está ligada intrinsecamente à construção da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, visando a interiorização do País. Como hoje em dia o Brasil abandonou a política ferroviária, os moradores de Araçatuba resolveram se locomover de moto e, por isso, estão em terceiro lugar do Brasil em número de habitantes por moto.
4 – Birigui (SP): 24,6 motos a cada 100 habitantes
Birigui é uma das principais cidades da região oeste paulista, podendo ser acessada pela rodovia Marechal Rondon (SP-300). É conhecida como a capital latina do calçado infantil, por ser o maior pólo industrial da América do Sul especializada neste segmento. Conta com 459 indústrias de calçados e teve faturamento estimado no ano de 2006 de mais de R$ 800 milhões, tendo produzido cerca de 57 milhões de pares. Quase 85% de sua produção é direcionada ao público infantil. Do total, 11,7% foram exportados em 2006, atingindo mais de 70 países. As indústrias de Birigui empregam em torno de 18 mil trabalhadores, mais de 60% dos empregos oferecidos na cidade. E para ir ao trabalho e voltar, muitos moradores de Birigui utilizam a motocicleta como meio de transporte, em proporção, mais que a capital do seu estado.
5 – Rondonópolis (MT): 24 motos a cada 100 habitantes
O município de Rondonópolis é cortado pelas rodovias federais BR 364 e BR 163, as mais importantes vias de escoamento da produção e ligação do Mato Grosso e região Norte com o Sul do país. Esta localização estratégica faz com que Rondonópolis se consolide a cada ano como Pólo Industrial do Centro-Oeste. Daqui a alguns anos os trilhos da Ferronorte devem chegar próximos à cidade e impulsionar ainda mais o desenvolvimento da região devido entre outros fatores, à implantação do Porto Seco. O Porto Seco, que é uma zona exportadora, vai reduzir os custos de exportação da produção local e estadual. Sua população em 2010 foi estimada em 202.045 habitantes e a cada cem habitantes, 24 possuem uma moto.
6 – Sinop (MT): 22,5 motos a cada 100 habitantes
Sinop, além de ficar no Mato Grosso e ser a cidade do goleiro Rogério Ceni, é conhecida no universo das duas rodas por ser a cidade natal do piloto de freestyle Gilmar Flores, o Joaninha. A principal atividade econômica é a prestação de serviços, com grande destaque também para o setor pecuário (bovinos e suínos), cultivo de algodão e cereais (soja, milho e arroz) e indústria madeireira. Inspiração de Joaninha ou não, Sinop está na sexta colocação desta lista, com 22,5 motos a cada cem habitantes.
7 – Rio Claro (SP): 20,5 motos a cada 100 habitantes
A ótima localização coloca Rio Claro como uma das cidades mais importantes do interior de São Paulo. Rio Claro fica na região de Campinas, a 240 km do porto de Santos, 85 km do Aeroporto Internacional de Viracopos, 200 km do Aeroporto Internacional de Guarulhos e a 190 km capital paulista. A cidade foi fundada com o nome de "São João Batista do Ribeirão Claro", nome que foi mais tarde alterado para São João do Rio Claro, e por força da Lei Estadual nº 975, de 20 de dezembro de 1905, teve sua denominação alterada para Rio Claro. Por estar tão bem localizada, Rio Claro tem muitas motos, pois convenhamos, é bem mais fácil ir de moto para o aeroporto ou visitar a capital, não é?
8 – Brusque (SC): 20,2 motos a cada 100 habitantes
A primeira representante da região Sul do País fica no estado de Santa Catarina. A população de Brusque, recenseada em 2010, é de 105.495 habitantes, sendo a 11ª maior cidade em população no Estado. Brusque possui um sistema de transporte público precário, onde as únicas duas empresas que operam na cidade não renovam a frota da maneira que a população merece. Não há abrigo para a população esperar o transporte e os horários são ruins. As grandes empresas são obrigadas a terceirizar o transporte de seus empregados em razão do deficiente sistema de transporte público. Mesmo sendo uma das regiões mais ricas do País, o município sofre com o transporte, talvez por isso, 20,2 pessoas em cada cem têm uma motocicleta.
9 – Palmas (TO): 20 motos a cada 100 habitantes
Palmas foi fundada em 20 de maio de 1989, logo após a criação do Tocantins pela Constituição de 1988 e, além da capital, é a maior cidade do Estado de Tocantins. Após mais de vinte anos, sua população chega aos duzentos mil habitantes. Hoje em dia, 70% das quadras habitadas já estão pavimentadas. O mesmo ocorre com saneamento básico e água tratada que chega a 98% da população. De um modo geral a cidade é caracterizada pelo seu planejamento, pois foi criada quase na mesma forma de Brasília, com a preservação de áreas ambientais, boas praças, hospitais e escolas. Segunda capital mais segura do Brasil — superada apenas por Natal —, 20% de sua população possui uma moto.
10 – Parnaíba (PI): 19,9 motos a cada 100 habitantes
Parnaíba está localizada no Piauí e possui uma população de mais de 146 mil habitantes. Desta forma, é a segunda cidade mais populosa do Estado, perdendo apenas para a capital Teresina. Carinhosamente, a cidade também é conhecida como a "Capital do Delta", pois é o portal de entrada para quem quer conhecer o único delta em mar aberto das Américas: o Delta do Parnaíba. A principal atividade econômica de Parnaíba é a exportação de cera de carnaúba, óleo de babaçu, gordura de coco, folha de jaborandi, castanha de caju, algodão e couro. E é no estado do Piauí que a lista de cidades com mais motos por pessoa acaba, lembrando que o levantamento feito pelo IBGE e o Denatran e levou em consideração municípios com mais de 100 mil habitantes.
Fonte: iCarros
terça-feira, 12 de julho de 2011
50 MELHORES MANEIRAS DE SALVAR SUA VIDA
(Da revista americana Motorcyclist)
"Nós somos o que fazemos todo dia. Excelência, perfeição, então, são mais do que uma simples ação, são hábitos." Aristóteles - Grécia Antiga.
A melhor moto do mundo é sucata - ou vai ser logo,logo - a menos que você saiba como usá-la. O mais potente equipamento de alta performance que existe está bem entre as suas duas orelhas.
Para ajudar a programá-lo com as informações certas, juntamos 50 potenciais dicas de sabedoria de experiência das ruas. Algumas você vai conhecer, outras, não. Todas valem a lembrança, valem memorizar bem.
Quando se fala de andar de moto pelas ruas, as dicas da MSF (Fundação norte-americana para a Segurança dos Motociclistas ) tem a melhor idéia: Quanto mais você sabe, melhor para você.
1. Pense que ninguém te vê
Porque para a maioria dos motoristas, você é invisível, mesmo! Nunca faça um movimento imaginando que o outro motorista está vendo você, mesmo que você tenha acabado de ver seus olhos. Motos muitas vezes não fazem parte das cabeças de quatro rodas.
2. Seja paciente
As conseqüências de encarar um erro ou uma disputa no transito começa mal e sempre acaba PIOR. Finja que foi a sua mãe que fez aquela barbeiragem e perdoe a falha.
3. Ponha roupas para encarar um acidente, não uma piscina ou uma festinha de verão
Com certeza, a padaria do bairro é uma viagem de 5 minutos, mas ninguém está planejando comer ASFALTO, está? As roupas modernas de tecidos ventilados significam que 40 graus à sombra não são desculpa para camisetinhas e shortinhos de surfista (aliás, você pega onda?)
4. Espere o melhor, mas esteja preparado para o pior
Esteja pronto para a fechada, para uma surpresa que nunca deve ser inesperada. Não existe "apareceu de repente", "veio do nada" ou "eu achei que ele ia.".
5. Deixe seu ego em casa
As únicas pessoas realmente interessadas em saber se você estava mais rápido que o outro na avenida são o policial e o Detran.
6. Preste atenção no que está fazendo
É verdade, tem uma gatíssima de shortinho curtinho do outro lado da rua. Enquanto isso, tem um ônibus na sua frente parando de repente para um tiozinho que fez sinal em cima da hora fora do ponto. Se ligue!
7. Espelhos mostram só uma parte do ambiente
Nunca mude de direção ou de faixa sem olhar para trás para confirmar que você realmente pode virar ou mudar de faixa.
8. Seja paciente
Espere mais um ou dois segundos antes de entrar na pista, começar a andar ou sair para ultrapassar. Você é pego pelo que NÃO VIU! Aquela olhadinha a mais vai salvar sua pele.
9. Preste atenção na diferença de velocidade
Passar por carros ao dobro de sua velocidade ou mudar de pista para passar por um monte de carros parados é somente um jeito mais rápido de conhecer São Pedro (sé que algum dia você vai conhecê-lo!).
10. Cuidado com a calçada
Um monte de surpresas acaba chegando das calçadas: Sacos com objetos dentro, pregos, antenas de TV, tijolos, escadas, sofás velhos, escolha o que quiser! Procure problemas nos cantos e não ande junto à calçada, você está no tráfego.
11. Carros entrando à esquerda ainda são os maiores assassinos de motociclistas
Não ache que o motorista vai esperar passarem todos os motociclistas antes de se enfiar à esquerda, não. Eles também estão tentando ser rápidos!
12. Cuidado com carros passando no vermelho
Os primeiros segundos após o sinal mudar são os mais perigosos. Olhe SEMPRE para os dois lados antes de cruzar o semáforo.
13. Olhe os espelhos
Olhe os espelhos sempre que mudar de faixa, diminuir a velocidade ou parar. Esteja pronto para se mover se o outro veiculo for ocupar o espaço onde você está.
14. Deixe espaço na frente
No Brasil se anda sempre MUITO colado. A regra geral que se usa pelo mundo é de 3 segundos de distância do veículo da frente. Melhor ainda se você observar tudo que aparecer na sua frente para os próximos 12 segundos (no horizonte). Todos os seus problemas estão aí dentro desses espaços.
15. Cuidado com os carros equipados
Eles são rápidos e seus motoristas agressivos. Não imagine que você passou por ele e que está tudo resolvido, ele está logo aí atrás. Você pode acabar como um novo modelo de grade frontal do carrão dele.
16. Entrar em curvas em alta velocidade machuca
É a maior causa de acidentes com motociclistas sozinhos em estradas sinuosas e pistas de corrida. "Entre devagar, saia rápido" é há muitos anos a regra dos campeões das pistas.
17. Não acredite na polícia florestal
Se na área onde você está podem aparecer animais, não vá pensar que a polícia rodoviária ou florestal vai conseguir tirar cada um deles da sua frente. Vá devagar, olhe para as margens da Estrada e fique vivo.
18. Já está muito tarde para você começar a usar os dois freios
O dianteiro faz a maior parte da parada, mas um pouco de traseiro na entrada das curvas pode acalmar uma moto nervosa.
19. Mantenha SEMPRE o freio dianteiro coberto
Economize um segundo no tempo de reação a 85 km/h e você pode parar 30 metros antes (é talvez até conseguir escapar do impacto). Será que vale a pena? Pense!
20. Olhe para sua trajetória
Use o milagre da fixação de objetivo em seu próprio benefício. As pesquisas mostram que a moto vai para onde você olha, então olhe para a solução no lugar de olhar para o problema.
21. Mantenha seus olhos em movimento
O tráfego está sempre mudando,portanto continue sempre procurando por problemas. Não trave seus olhos em um só ponto por muito tempo a menos que você esteja realmente em problemas sérios.
22. Pense antes de agir
Avalie com cuidado a situação quando pensar em ultrapassar rapidinho aquele táxi está a 15 km/h numa área com limite de 60 km/h ou você pode acabar com sua cabeça dentro do carro que virou à esquerda "do nada".
23. Não olhe para o chão - levante sua cabeça
É sempre tarde para fazer qualquer coisa quando o problema está a 10 metros. Olhe lá longe e mude a direção.
24. Preste atenção em seu caminho
A maioria dos acidentes acontecem durante os primeiros 15 minutos de seu trajeto, abaixo de 60 km/h, em um cruzamento ou via secundária. É, exatamente, por onde você passa toda hora.
25. Pare totalmente em cada placa "PARE"
Isso, ponha seu pé no chão. Olhe de novo. Qualquer outra maneira de fazer isso força uma decisão imediata sob pressão sem tempo para identificar uma situação de risco.
26. Nunca entre às cegas num corredor de trânsito parado
Os carros devem estar parados por alguma boa razão, e você pode não vê-la até que seja tarde demais para fazer alguma coisa. Não ande a mais de 30 km/h acima da velocidade dos outros veículos. Se estiver a 40 km/h, você vai ver que cair no meio do transito não é assim tão confortável.
27. Não abrace um urso!
Se você pesa 50 kilos, por favor não tente encarar uma estradeira-monstro de 400 kilos! Se você tem só um metro e meio de altura, tem certeza que precisa uma altíssima bigtrail? Pega leve!
28. Procure pelas portas de carros que se abrem no tráfego
E acertar um carro que desvia de uma porta aberta é exatamente tão dolorido quanto o primeiro caso.
29. Não entre numa rotina de cruzamentos iguais
Procure uma placa "PARE" depois de uma longa série de esquinas em preferência para você. Se você está imaginando que o trafego vai parar pra você, vai acabar encarando uma surpresa no mínimo bem dolorida.
30. Tenha espaço para se movimentar quando trafegar em grupo
Pilotar dentro de um amontoado grupo de motos é um bom meio de acabar no meio do mato fora da estrada. Qualquer grupo de motos que valha a pena acompanhar terá um ponto de encontro marcado à frente para reencontrar os "desgarrados".
31. Dê tempo para seus olhos se acostumarem
Vá devagar e com farol baixo até que seus olhos se acostumem com a escuridão ao sair de lugares muito iluminados. Fechar um dos olhos até chegar ao local escuro também ajuda, senão você estará dirigindo às cegas por uns 2 quilômetros!
32. Domine a meia-volta
Pratique este retorno apertado até ficar bom. Ponha suas nádegas na beirada do banco no lado contrário à curva e deite a moto para dentro da curva, usando seu corpo como contrapeso enquanto gira em cima da roda traseira.
33. Quem colocou uma placa "PARE" no meio dessa subida?
Não entre em pânico. Use o freio traseiro para manter a moto no lugar enquanto usa o acelerador e embreagem para sair sem problemas.
34. Se parece escorregadio, então é mesmo!
Um trecho de chão suspeito pode ser só mais uma mancha. Manteiga? Cascalho? Óleo? Pode não ser nada, mas é melhor diminuir ANTES de pisar num sabãozão ou em nada.
Aqui vale um comentário importante: há poucos dias um colega motociclista sofreu uma queda por causa de uma faixa pintada de preto na Rodovia Fernão Dias (São Paulo-Belo Horizonte). O fato é que a irresponsabilidade do pessoal que decidiu pintar as faixas no lugar de QUEIMÁ-LAS COM FOGO levou a um grave acidente, que dessa vez por MUITA SORTE não tirou a vida do motociclista. A aderência sobre TODAS AS FAIXAS é reduzida e por isso um mínimo delas deve existir sobre a pista e as mesmas não podem estar DISFARÇADAS à visão do condutor de qualquer veículo. Fica o alerta: NUNCA TRAFEGUE sobre as faixas: Uma faixa branca da melhor qualidade tem em sua composição milhares de microesferas de vidro altamente escorregadias polvilhadas depois de aplicada a faixa em altíssima temperatura, tornando-a a maior inimiga do motociclista (depois do administrador de vias de tráfego irresponsável, é claro).
35. BUM! Estouro de pneu! E agora?
Sem movimentos bruscos. A moto não estará feliz, então se prepare para usar um pouco de músculos para manter a trajetória. Alivie o acelerador e use freio bem leve com a roda boa e vá procurando a melhor direção para sair da pista. Agora, pode voltar a respirar.
36. Pingos na viseira?
Começou a chover. O asfalto umedecido é muito mais escorregadio que depois de uma chuva tropical e você nunca sabe o quanto está liso. Use máxima concentração, cuidado e suavidade nos controles.
37. Emocionado?
Já dizia o velho ditado: "Quando a cabeça não pensa, o corpo é quem paga". As emoções são tão fortes quanto qualquer droga, então observe a você mesmo quando for sair. Se você está nervoso, triste, exausto ou ansioso, sente e conte até 10 mil.
38. Vista uma roupa
Ponha roupas que sirvam bem em você e ao tempo. Se você está muito frio ou muito quente ou brigando com uma jaqueta onde cabem dois de você, você já está em problemas.
39. Deixe seu iPod em casa
Você não vai ouvir o caminhão de cimento a tempo se estiver ouvindo a banda "Calypso", a única coisa que vai ficar atraente são seus fones de ouvido para o pessoal da SALA DE CIRURGIA.
40. Aprenda a fazer desvios de emergência
Esteja pronto para fazer dois desvios de emergência em seguida. Desvie de um obstáculo pela esquerda e logo em seguida de volta à sua trajetória original. A moto vai seguir seus olhos, portanto olhe para o caminho e não para os obstáculos. Pratique isso até que seja um reflexo normal, sem pensar.
41. Seja suave em baixa velocidade
De nada adianta sua enorme agilidade se você estiver devagar. Tire as forças dos movimentos com um trabalho leve nos freios traseiros. Isso minimiza muito indesejáveis transferências de peso e facilita alinhar e posicionar a moto exatamente onde e como desejamos.
42. Piscar luz de freio é uma boa
As setas e luzes de freio dos outros veículos te chamam a atenção, não é verdade? Pisadinhas leves no pedal ou toques rápidos na manete do freio dianteiro antes de realmente frear sua moto vão alertar o trafego atrás.
43. Cruzamentos são perigosos, então garanta suas chances
Ponha outro veiculo imaginário entre sua moto e o veiculo à frente para evitar que o veículo cruzando acerte você bem de lado. Diminua, assim, para metade a chance de acidentes.
44. Ajuste sua visão periférica
Olhe para um ponto bem à sua frente. Agora procure ver as coisas ao lado movendo só sua atenção, sem virar os olhos. Quanto mais você conseguir ver sem virar os olhos ou a cabeça, mais cedo vai reagir aos problemas.
45. Sozinho num semáforo que não muda nunca?
Se for um semáforo inteligente (tem um numero perto das luzes) você pode mudá-lo! Procure um fio sensor de presença antes da faixa de pedestre (um quadrado riscado em preto no chão) e posicione o motor da moto em cima dele. Se o semáforo não mudar, baixe o descanso lateral bem sobre o fio, que as suas chances de mudá-lo para verde vão melhorar. Se não der, relaxe e espere, você já tentou tudo!
46. Tudo é mais difícil de ver à noite
Ajuste e limpe seus faróis e viseiras transparentes e tenha uma visão melhor do que uma simples idéia do que está ali na frente.
47. Não trafegue perto ou ao lado dos caminhões
Se um daqueles 18 pneus monstruosos estourar - o que acontece com BASTANTE FREQÜÊNCIA - ele vai se transformar em vários projéteis de borracha e aço violentíssimos. A não ser que você goste de brigar com uma chuva de destroços, fique longe ou passe logo. Os pedaços de mola da suspensão dos caminhões matam pessoas dentro dos carros, imagine o que poderá fazer com você!
48. Tire o pânico das paradas de emergência
Desenvolva uma intimidade muito grande com seu freio dianteiro. Procure um lugar deserto e seguro em asfalto liso e limpo. Faça centenas de frenagens começando bem suavemente e freando cada vez mais forte até descobrir aquela força na mão ideal entre a frenagem máxima e a roda travada (frenagem máxima=pneus CANTAM mas a roda NÃO PÁRA). Repita isso com cuidado MUITAS vezes até ficar muito bom. Pronto.
49. Tenha pneus adequados
Nada do que você leu até aqui vai servir a não ser que você tenha os pneus adequados. Não os subestime. Tenha certeza que eles estão bem calibrados todo tempo. Procure cortes, pregos e outras porcarias que tenham se prendido a eles. Procure sinais de ressecamento e desgaste. Troque logo que puder, os pneus são a essência da dirigibilidade.
50. Respire fundo e pegue leve.
Conte até 10. Desculpe e peça desculpas, dê passagem e vá devagar, apreciando o passeio. Deixar de andar a 130 km/h é muito melhor que arruinar sua vida numa cadeira de rodas, ou ainda morrer.
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MOTOQUEIROS SELVAGENS (HUMOR)...
Cena do filme de 2007, Motoqueiros Selvagens, comprovando que nem sempre quem ri por último ri melhor (: Elenco: John Travolta, Martin Laurence, Tim Allen
MOTOQUEIRO OU MOTOCICLISTA!!!?
Divulguem para seus amigos , o motociclista não gosta de ser chamado de motoqueiro , veja por que. Tem muita gente que vive em cima de uma moto e não sabe que existe uma grande diferença.
Motoqueiro ou Motociclista ?
A primeira pergunta que sempre me fazem é: qual a diferença entre um e outro. A segunda qual é a minha experiência.
A primeira é fácil de responder , mas a segunda é muito ampla e de complexa resposta. Experiência em que ? no trabalho, no amor no motociclismo ou experiência de vida ? Tenho 51 anos, e desde garoto, sou apaixonado por moto. Há 30 anos que viajo de moto por esse mundo a fora, e há 5 anos faço parte do Moto Clube Répteis do Asfalto, no qual sou vice presidente e muito me orgulho, mas ainda estou aprendendo.
Experiência...Experiência... Será que ser "plantador de sorriso " é uma boa experiência? Talvez colher sonhos. Alguém já notou o brilho dos olhos e a curiosidade da garotada, e mesmos dos mais velhos, quando chegamos com nossas máquinas possantes, com nossas vestimentas nada convencionais, com toda essa liberdade que transmitimos ? Alguém já notou isso ? Temos a responsabilidade com os mais jovens e não podemos esquecer que vivemos os sonhos dos mais velhos que não puderam realizar os seus.
Ser motociclista é levar o sorriso no rosto e amor no coração, é pregar a igualdade, irmandade, fraternidade e sinceridade, não importa a cilindrada de sua moto, o importante é que você tem para oferecer, o que você traz na sua bagagem.
O motoqueiro não tem compromisso com nada e com ninguém, só pensa nele, não respeita as leis de trânsito, não tem amor a sua própria vida, independente da cilindrada de sua moto, já vi muitos motoqueiros de 1100 cc por aí.
Ser motociclista é rasgar o vento no peito , é cortar estradas ,é respeitar o próximo e amar a vida, é fazer novas amizades, é conquistar sua liberdade, é saber colher sonhos. Faça a sua própria história. Você já "plantou sorriso" ? Então comece, para ser motociclista tem que saber "colher sonhos". Conheça um motociclista e não tenha medo de ser feliz.
RÔMULO RANGEL
Vice Pres.dos Répteis do Asfalto/Vila Velha - ES
Motoqueiro ou Motociclista ?
A primeira pergunta que sempre me fazem é: qual a diferença entre um e outro. A segunda qual é a minha experiência.
A primeira é fácil de responder , mas a segunda é muito ampla e de complexa resposta. Experiência em que ? no trabalho, no amor no motociclismo ou experiência de vida ? Tenho 51 anos, e desde garoto, sou apaixonado por moto. Há 30 anos que viajo de moto por esse mundo a fora, e há 5 anos faço parte do Moto Clube Répteis do Asfalto, no qual sou vice presidente e muito me orgulho, mas ainda estou aprendendo.
Experiência...Experiência... Será que ser "plantador de sorriso " é uma boa experiência? Talvez colher sonhos. Alguém já notou o brilho dos olhos e a curiosidade da garotada, e mesmos dos mais velhos, quando chegamos com nossas máquinas possantes, com nossas vestimentas nada convencionais, com toda essa liberdade que transmitimos ? Alguém já notou isso ? Temos a responsabilidade com os mais jovens e não podemos esquecer que vivemos os sonhos dos mais velhos que não puderam realizar os seus.
Ser motociclista é levar o sorriso no rosto e amor no coração, é pregar a igualdade, irmandade, fraternidade e sinceridade, não importa a cilindrada de sua moto, o importante é que você tem para oferecer, o que você traz na sua bagagem.
O motoqueiro não tem compromisso com nada e com ninguém, só pensa nele, não respeita as leis de trânsito, não tem amor a sua própria vida, independente da cilindrada de sua moto, já vi muitos motoqueiros de 1100 cc por aí.
Ser motociclista é rasgar o vento no peito , é cortar estradas ,é respeitar o próximo e amar a vida, é fazer novas amizades, é conquistar sua liberdade, é saber colher sonhos. Faça a sua própria história. Você já "plantou sorriso" ? Então comece, para ser motociclista tem que saber "colher sonhos". Conheça um motociclista e não tenha medo de ser feliz.
RÔMULO RANGEL
Vice Pres.dos Répteis do Asfalto/Vila Velha - ES
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****** Santo Remedio: Caldo de Estrada. ********
Receita do Dr. Américo - VMD Presidente aos amigos do peito.
Caros amigos motociclistas, cuidado com o excesso de trabalho!!
Para dores no peito, Stress, dores de cotovelo, chifre, tristeza, melancolia, falta de amigos, existe um santo remédio que se chama "Caldo de estrada"
Pegue uma máquina de duas rodas motorizada, também conhecida como motocicleta, de preferência de médio ou grande porte.
Lave na véspera, adicione gasolina da boa e lubrificantes.
Cubra durante a noite com uma bolsa contendo seus pertences e dela, e vá dormir cedo.
Pela manhã, ao acordar, tire uma ou duas, Opa!!!
Faça o desjejum calmamente, ligue a máquina em baixo giro por alguns instantes, adicione você a ela e dê a partida.
Logo após, acrescente uma boa pitada de amigos do reino, regados a sorrisos e abraços e muita conversa fiada, sem compromisso. Quanto mais melhor.
Leve tudo para a estrada e fique por uns momentos em giro brando, após adquirir consistência aumente o giro e vá variando na medida do necessário.
Pronto esta servido o "Caldo de estrada".
Cura tudo: Stress, Dores no peito, Dor de cotovelo, Chifre, Espinhela caída, Dor de dente e tudo o mais.
Jesus Motociclista
Narração de uma versão da vida de Jesus Cristo como se ele fosse um motociclista. Vale a pena ouvir
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RAZÃO DE VIVER... EXEMPLO DE VIDA.
Sabe que todo ser humano nunca pode desistir de viver quando está na reta final, e digo é nessa reta é que começa um novo caminho, o caminho da vida. A frase a seguir é um exemplo:
"Viver é acalentar sonhos e esperanças, fazendo da fé a nossa inspiração maior.É buscar nas pequenas coisas, um grande motivo para ser feliz!"
Mário Quintana
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ATUALIZANDO DITADOS POPULARES
"É dando... que se engravida".
"Quem ri por último... é retardado".
"Alegria de pobre... é impossível".
"Gato escaldado... morre, porra!"
"Quem espera... fica de saco cheio."
"Os últimos... serão desclassificados. "
"Há males... que vêm para f... com tudo mesmo!"
"Se Maomé não vai à montanha... é porque ele foi pra praia."
(que muçulmano nenhum leia isto... se não to morto)
"A esperança... E a sogra são as últimas que morrem."
"Quem dá aos pobres... cria o filho sozinha."
"Depois da tempestade.. . vem a gripe."
"Quem cedo madruga... fica com sono o dia inteiro." (VERDADE
DICAS DE VIAGEM
1. Prepare o seu espírito para uma viagem na qual o que importa é curtir e desfrutar e não consumir. Leve em conta seus interesses pessoais e preparo físico na hora de escolher um roteiro. Seja participativo e solidário. Lembre-se de que todo motociclista é um irmão. Quando houver necessidade, ofereça ajuda.
2. Se você esta indo para algum encontro, ligue para o motoclube anfitrião certificando-se das informações que nos foram passadas, uma vez que não temos como saber de mudanças repentinas no cronograma.
3. Lembre-se de revisar a sua moto seguindo o "manual de proprietário" da sua máquina. Este procedimento simples, com certeza, evitará possíveis transtornos durante sua viagem. Você deve também conferir todo o equipamento que vestirá, bem como a documentação, sua e da moto, para que tudo transcorra na mais perfeita ordem.
4. Ao definir o seu roteiro de viagem determine se possivel os locais de abastecimento. A indicação é de que você deve abastecer a cada 150km, aproveitando para dar uma olhada geral na moto e na bagagem e, na oportunidade, fazer exercícios de alongamento.
5. Escolha a hospedagem e entre em contato para fazer reserva.
6. Leve o mínimo de bagagem possível, roupas leves, sapatos adequados e confortáveis.
7. Respeite as comunidades locais, seus valores, crenças e costumes. Não tenha atitudes que impactem com a tradição local. Como exemplo podemos citar que algumas comunidades indígenas não permitem fotografia.
8. Leve seu filme fotográfico, escolhendo o ISO de acordo com suas intenções. Evite compra-lo em locais que recebam sol e que tenha origem duvidosa. Procure sempre uma loja especializada.
9. Evite pilotar sozinho e a noite por estradas não conhecidas.
10. Se você leva carona, lembre-se de tocar-lhe de quando em quando para evitar que ele cochile. Existe estatística que mostram índice elevado de acidentes porque o carona dormiu e provocou o desequilíbrio do conjunto.
11. Não informe o seu destino para desconhecidos. Diga sempre o roteiro inverso.
12. Além das ferramentas que acompanham sua motocicleta, procure também levar, se possível, os seguintes utensílios:
- Kit de reparo rápido para furos em pneus sem câmara.
- Spray para enchimento emergencial de pneu com câmara.
- Lâmpadas sobressalentes.
- Cabos de embreagem e de acelerador.
- Velas de ignição.
13. Cuidado com as sombras sobre o asfalto, ela pode esconder buracos.
14. Se algum colega já fez a viagem que você planeja, expecule-o sobre tudo que você deseja saber. Lembre-se de que a humildade atalha caminhos.
15. No mais, é aproveitar. Boa viagem!.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
O que fazer quando o pneu de sua moto fura?
Pode-se empurrá-la até o borracheiro ou utilizar os reparadores de pneus. Eles agem instantaneamente e permitem que você chegue até um local que conserte o pneu. Para evitar estas situações, faça uma inspeção diária no estado dos pneus. Troque-os sempre que estiverem desgastados, além do limite de segurança. Com a câmara a situação é a mesma. Quanto mais novos, mais difíceis de furar.
O remendo a frio é o recurso mais indicado para vedar furos, mas requer muita prática do motociclista. Caso contrário, um simples furo pode virar um rasgo. Porém, se o motociclista já souber fazer o remendo a frio, o que exige algumas ferramentas para desmontar a roda, uma boa dica é comprar um kit para troca, que vem com remendo, bomba de ar, lixas, espátulas e cola.
A maioria dos furos acontece na roda traseira. Para levar a moto até o borracheiro mais próximo, o motociclista deve sentar-se no tanque para aliviar o peso da parte traseira. Evite andar muito tempo nessa condição para que o pneu não acabe sendo rasgado. Se o furo ocorrer na roda da frente, a locomoção é mais difícil. O correto é sentar-se sobre o bagageiro, o que diminui a dirigibilidade. Nos dois casos se deve andar em baixa velocidade e evitar os buracos. Boa idéia é levar uma câmara reserva em viagens de percursos mais longos, e um reparador de Pneu, como fazem os praticantes de rali.
Caso o furo seja na traseira, o motociclista não deve esquecer a tensão da corrente ao recolocar a roda para que não fique frouxa ou solta. Além disso, tem de se certificar se ela está perfeitamente alinhada.
Precaução
Cuidar do pneu aumenta sua vida útil. Mantenha sempre com a calibragem indicada pelo fabricante. Pneus cheios demais aumentam a vibração da moto. Com pressão de menos desgastam as laterais do pneu e fazem a moto gastar mais combustível. Verifique sempre o estado de conservação das rodas. Caso estejam amassadas ou danificadas podem fazer com que o pneu esvazie. Cuidado com os produtos para limpar e embelezar os pneus. Alguns possuem substâncias que ressecam o pneu podendo rachar a borracha.
Cuidado! Perigo !
A montagem inadequada pode causar explosão do pneu e ferimentos sérios.
Siga estas instruções para a montagem:
• Use proteção adequada para os olhos.
• Limpe e lubrifique o talão e o aro.
• Observe e siga as setas direcionais na lateral do pneu para garantir a montagem correta.(Importante: Há algumas linhas de produtos que não têm estas setas).
• Trave o pneu e o aro numa máquina de montagem ou dentro de uma gaiola de proteção.
• Calibre a válvula de escape na mangueira de ar a 40 PSI (280 k Pa).
• Use calibrador de pressão e mangueira de extensão com trava que segure a mangueira ao pito de ar.
• Mantenha qualquer parte do seu corpo fora do perímetro do conjunto de pneu e aro.
• Infle o pneu com a válvula dentro do pito de ar.
• Nunca infle acima de 40 PSI (280 k Pa) para encaixar o talão do pneu.
• Gire a roda e verifique o assentamento do talão do pneu e o alinhamento.
• Se o talão do pneu não se encaixar até 40 PSI (280 k Pa), deve-se esvaziar o pneu e repetir os procedimentos acima.
Aviso de Segurança
• Sempre use pneus cujas medidas e tipo de construção (radial ou diagonal) são iguais ao equipamento original para reposição.
• Sempre use pneus da mesma marca e desenho na roda dianteira e traseira.
• Na reposição sempre use os pneus especificados no Manual do Usuário da sua motocicleta.
ATENÇÃO
Revendedores e montadores de pneus são obrigados a avisar aos motociclistas que, após a colocação , os pneus novos não devem ser sujeitos a acelerações bruscas, curvas fechadas com velocidade, potência máxima ou freamento rápido para pelo menos 160km
Capacetes com retrovisor Reevu - Exclusividade Roncar
Os Capacetes Reevu são os únicos capacetes do mundo com retrovisor interno. De origem inglesa, trata-se de um sistema de espelhos internos que projetam com perfeição, através de um retrovisor localizado logo acima dos olhos do condutor, tudo que acontece na sua traseira. O sistema é incrivel e proporciona ao piloto grande segurança, pois consegue ampliar por completo a visão traseira, eliminando assim os famosos 'pontos cegos' que os retrovisores normais possuem. Além da segurança, o usuário ganha também uma ótima ferramenta contra furtos, pois consegue prever assaltantes que chegam por trás da moto.
O Reevu, é um capacete diferente de todos que você já viu, feito de fibra tri-composto, fibra de carbono, fibra de vidro e de kevlar, eleito um dos capacetes mais silenciosos que existe.
Esse é um complemento a mais para a sua segurança, baseado em um jogo de espelhos especiais, oferecendo total visibilidade.
Acompanham viseira cristal na frente e viseira POLARIZADA prata na traseira.
** A RONCAR É A DISTRIBUIDORA OFICIAL DOS CAPACETES REEVU NO BRASIL, VEJA NO SITE WWW.RONCAR.COM.BR"
O Reevu, é um capacete diferente de todos que você já viu, feito de fibra tri-composto, fibra de carbono, fibra de vidro e de kevlar, eleito um dos capacetes mais silenciosos que existe.
Esse é um complemento a mais para a sua segurança, baseado em um jogo de espelhos especiais, oferecendo total visibilidade.
Acompanham viseira cristal na frente e viseira POLARIZADA prata na traseira.
** A RONCAR É A DISTRIBUIDORA OFICIAL DOS CAPACETES REEVU NO BRASIL, VEJA NO SITE WWW.RONCAR.COM.BR"
Serra do Rio do Rastro (VIAGEM)
Um dos destinos mais procurados pelos motociclistas do Brasil, a Serra do Rio do Rastro é cortada pela rodovia SC-438, que é caracterizada por subidas íngremes e curvas fechadas, bem como pelos seus quiosques, ótimos locais para desfrutar a paz proporcionada pela natureza. Um mirante localizado no seu topo, a mais de 1.460 metros de altitude, proporciona uma vista espetacular. É um dos cartões postais do estado de Santa Catarina.
Localiza-se entre as cidades de Lauro Müller (em baixo da serra) e Bom Jardim da Serra (em cima da serra).
No topo da serra, mesmo nos meses de verão o vento é muito gelado, no inverno as geadas são frequêntes e algumas vezes neva.
Quem vem de Bom Jardim pelos campos planos de cima da serra é surpreendido pelo contraste. A serra começa abruptamente. O desnivel entre o Mirante e Lauro Müller é de 1200 metros
Ao descer ou subir a serra pare nos vários refúgios para contemplar e tirar fotos, um percurso como este deve ser percorrido sem pressa. A rodovia nesse trecho é toda feita de concreto. O mirante da serra fica a 11 Km de Bom Jardim, 20Km de Lauro Muller e 200Km de Florianópolis.
A abertura da Serra ocorreu em 1947; foi asfaltada e concretada em 1985 e iluminada em 2002.
O vídeo abaixo mostra uma seleção de incríveis imagens captadas pelas lentes das câmeras de diversos viajantes que compartilharam suas belezas conosco.
Localiza-se entre as cidades de Lauro Müller (em baixo da serra) e Bom Jardim da Serra (em cima da serra).
No topo da serra, mesmo nos meses de verão o vento é muito gelado, no inverno as geadas são frequêntes e algumas vezes neva.
Quem vem de Bom Jardim pelos campos planos de cima da serra é surpreendido pelo contraste. A serra começa abruptamente. O desnivel entre o Mirante e Lauro Müller é de 1200 metros
Ao descer ou subir a serra pare nos vários refúgios para contemplar e tirar fotos, um percurso como este deve ser percorrido sem pressa. A rodovia nesse trecho é toda feita de concreto. O mirante da serra fica a 11 Km de Bom Jardim, 20Km de Lauro Muller e 200Km de Florianópolis.
A abertura da Serra ocorreu em 1947; foi asfaltada e concretada em 1985 e iluminada em 2002.
O vídeo abaixo mostra uma seleção de incríveis imagens captadas pelas lentes das câmeras de diversos viajantes que compartilharam suas belezas conosco.
Distração sobre uma moto pode custar caro
A vida sobre uma moto exige cuidado dobrado. É muita informação ao mesmo tempo. Se você se distrair, o risco aumenta e um acidente será certo. Um vídeo que mostra os erros mais comuns dos motociclistas e que resultam em acidentes.
Minha primeira viagem de moto
Já era por volta das 16:00h, peguei minha moto e fui em direção a BR 040, naquela época eu ainda era solteiro, estava de férias do serviço, muita gente que me conhecia dizia que eu não estava nem aí para a hora do Brasil. Quando cheguei perto de Congonhas parei no encostamento e fiquei alguns minutos filosofando sobre o fim daquela estrada, me subiu uma vontade imensa de continuar viajando, imaginei vários locais para conhecer e em um surto de loucura segui em direção a Belo Horizonte. Cheguei ao centro de Belo Horizonte às 17:00h, achei pouco ver aquela cidade, decidi ir conhecer Sete Lagoas, cheguei lá por volta das 19:00h, é lindo aquele centro, fizeram uma ilha na lagoa, lá eu jantei, logo depois tratei de procurar um lugar para dormir. Nas minhas andanças pela cidade vi uma pensão, quando cheguei fui atendido, não é a toa que o mineiro tem essa fama de hospitaleiro, passei a melhor noite naquela cidade morando em uma pensão, de manha tomei um café acompanhado de um bom pão de queijo, agradeci a dona da pensão pela hospitalidade e fui em direção a Curvelo, sempre quis conhecer a região central de Minas Gerais, essa seria uma boa oportunidade.
De Sete Lagoas a Curvelo são mais ou menos duas horas, seria se a estrada não tivesse tão esburacada, mesmo para moto foi fácil. A vegetação perto de Curvelo é bem diferente da daqui de Conselheiro Lafaiete, lá começa a caatinga, vi um lobo saindo da mata atravessando o asfalto. Que animal lindo! Acho que poucas pessoas já tiveram a oportunidade de ver um animal desses em seu habitat natural. Fiquei uns três dias na cidade de Curvelo, é uma cidade simples, mas o pessoal de lá são ótimos, lembrei que tinha que telefonar para casa e que meus pais deveriam estar malucos, tomei um puxão de orelhas de meu pai, fiquei sabendo pelo um amigo que em uma cidade próxima iria ter uma festa, festa de Santo Antonio, seria na cidade vizinha chamada Corinto, peguei então minha moto e com quarenta minutos eu estava bem no centro da cidade procurando um hotel para hospedar. Procurei saber onde seria a festa, e fui me arrumar para participar.
No primeiro dia de festa conheci uma garota, o nome dela era Joana, era simplesmente linda, a cor da pele morena, os olhos pretos, o jeito de andar faceiro não são nada comparados a sua simpatia, fiquei apaixonado logo no primeiro dia, levei até a porta de sua casa, dei-lhe um beijo demorado, mas fui atrapalhado pelo seu irmão mais velho. Voltei aquela noite para o hotel pensando naquela mulher linda, eu não via a hora de poder encontrá-la outra vez.
No outro dia fiquei passeando pela cidade e a vi trabalhando em uma loja de roupas, parei e fingi comprar algo apenas para ficar ao lado daquela beldade, ela então me disse para eu voltar as 17:00h, pois ela largaria o serviço neste horário. Quando foi pontualmente as 17:00h eu estava lá, ela ainda estava com uniforme de trabalho e estava realmente linda, convidei-a para irmos à sorveteria e ela montou em minha moto, ficamos alguns minutos na sorveteria, eu estava louco para levá-la ao hotel onde estava hospedado e num surto de coragem eu a convidei, naquele momento ela não quis, falou que não pegaria bem uma garota entrar com um homem em um hotel de dia, a cidade era muito pequena e ela estava com receio. Mas com o cair da noite tudo mudou de papel, e ela acabou indo conhecer meu quarto.
Ela era linda, o seu perfume dava a aquele quarto um senão misterioso, nos entregamos um ao outro naquela noite e o que era para eu ficar apenas três dias acabou sendo quinze. Prometi a ela voltar no mês seguinte, falávamos muito por telefone, e acabei voltando mesmo e conhecendo toda sua família. No ano seguinte ficamos noivos e no outro casamos. Nós já tivemos três filhos, é claro que seu corpo mudou um pouco, mas ela continua sendo a mulher da minha vida.
Wenderson Moreira
Publicado no Recanto das Letras em 07/05/2008
Juntos com Harley desde a II GUERRA
Ontem fui a loja da Harley aqui em Orlando e logo no estacionamento, escutei o barulho de uma 883 com a descarga aberta, que chegava reduzindo as marchas.
Uma enorme van impedia a minha visão da moto que vinha do outro lado até que ela passasse em minha frente e estacionasse ao meu lado. Aliás ela não, elas, porque eram duas.
Logo vi que tanto a moto da frente como a de trás eram conduzidas por pessoas mais idosas.
A senhora da frente, mesmo antes de descer, já com um sorriso cumprimentou-nos e foi logo perguntando ao retirar o capacete, onde estava a minha moto. Ao saber que estava em minha casa e que eu estava de carro, fez uma cara de reprovação. O mútuo sorriso que se seguiu, foi o suficiente para conhecermos um casal de harlistas, com uma vida que nós motociclistas, devemos nos espelhar.
Ele, bastante espirituoso, foi me perguntando com um largo sorriso, se a minha Querida era minha filha...
Ambos se conheceram na II Guerra Mundial, sendo que ele era piloto de caça e ela não perguntamos onde serviu.
Pelas motos customizadas, principalmente a dela, nota-se que ela deve ter servido na frente de batalha, talvez na artilharia...
A começar pelo capacete coquinho dela, coberto com aquela tela de pano que se usava nos capacetes de guerra. A sua moto pintada nas cores de guerra, tinha uma granada, isto mesmo, uma granada fixada no paralamas traseiro... Segundo ela, desativada. Ainda bem!
Um cilindro de revolver com cápsulas de balas 45 fixado no mata cachorro, servia de descanço para os pés... O seu alforje também era uma mochila de campanha.
Varios adesivos e botons alusivos a esta época estavam nas suas motos e vestimentas.
Ele tem 82 anos e anda de Harley há apenas 65 anos... Não usam carro. Ela, que gentilmente não perguntamos a idade, anda de moto há bem menos tempo que ele: 45 anos...
Eles tem três filhos, hoje com Harleys, mas que tiveram motos desde pequenos, segundo ela nos contou com a sua simpatia irradiante. Ele me ensinou, enquanto minha Querida tirava algumas fotos, que se deve sempre falar a palavra sex, nesta ocasião, para todos saiam risonhos neste registro para a posteridade...
Convidaram-nos, o que procuraremos comparecer, para no próximo domingo às 9:30 da manhã, assistir a uma missa que é realizada anualmente num bairro que se chama Hunters Creek, onde se segue uma benção para todas as motos presentes. Segundo ele, o comparecimento é maior do que no Daytona Bike Week...
Tomara que os encontre novamente, ou nesta benção ou no Bike Week, onde vão todos os anos.
A presença deles nos faz sentir bastantes jovens e esperançosos com o futuro...
Pedro Gustavo
Orlando, 17 de fevereiro de 2011
MUSEU DUAS RODAS & MOTOS ANTIGAS
NAVEGANDO PELA INTERNET ACHEI MUITO BACANA AS FOTOS EXIBIDAS POR ESSES DOIS VIDEOS E PELO SITE DO MUSEU DUAS RODAS. SENDO INTERESSANTE CONHECER ESTE MUSEUS E APRECIAR AS RARIDADES DAS MOTOCICLETAS QUE ALI SE ENCONTRAM.O Museu Duas Rodas está localizado no Parque Corredeiras. Ele fica na região de Visconde de Mauá do lado de MG a quatro km da fronteira com RJ.Museu Duas Rodas o primeiro e único do gênero do país. Com o maior acervo de motocicletas, bicicletas e ciclomotores antigos do Brasil.
http://www.museuduasrodas.com.br/imagens/index/01.gif
Tel. (21) 2457-4931/museuduasrodas@yahoo.com.br
http://www.museuduasrodas.com.br/imagens/index/01.gif
Tel. (21) 2457-4931/museuduasrodas@yahoo.com.br
GPS PARA MOTO - MÃO NA RODA PARA VIAGENS...
ACHO MUITO INTERESSANTE TER UM GPS PARA MOTO PARA OS QUE CONSTANTEMENTE VIAJAM TANTO PARA LAZER OU A NEGÓCIOS EM LOCAIS QUE NÃO TEM CONHECIMENTO, FACILITA MUITO NO SENTIDO DE NÃO SE PERDER E GANHAR TEMPO E DINHEIRO. E PESQUISEI ALGUNS SITES QUE MOSTRAM ARTIGOS SOBRE GPS. ALGUNS SITES PARA PODERMOS ANALISAR QUAL O MELHOR GPS PARA INSTALAR O GPS:
1- http://www.maregps.com.br/loja/suportes-mount-suporte-pmotobikeatv-c-116_117.html
2- http://www.tomtom.com/pt_pt/products/bike-navigation/rider-pro-europe/index.jsp
3- http://tecnopot.com.br/gps-para-motos-garmin-zumo-550/
DICAS DE BONS GPS: GARMIN MODELOS ZUMO 220 OU 660. pode comprar sem preocupação!!!
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3- http://tecnopot.com.br/gps-para-motos-garmin-zumo-550/
DICAS DE BONS GPS: GARMIN MODELOS ZUMO 220 OU 660. pode comprar sem preocupação!!!
Os "12 Mandamentos" do Motociclista
Enquanto as autoridades se dividem entre propor medidas de restrição ao
uso da moto e fazer campanhas educativas para os Motociclistas, o
motociclista Lucas Pimentel valendo-se de sua experiência a frente da
ABRAM - Associação Brasileira de Motociclistas elaborou de maneira clara
e prática uma lista contendo os "Doze Mandamentos" para a segurança dos
motociclistas no trânsito.
A Associação Brasileira de Motociclistas (Abram) tem
uma lista com "Doze Mandamentos" para a segurança dos motociclistas nas
ruas e nas estradas brasileiras:
1 – Mantenha a motocicleta sempre em ordem
Verifique a calibragem e o estado geral dos pneus;
cheque o funcionamento do farol, setas, lanterna e luz de freio;
verifique o cabo, lonas, ou pastilhas, fluido e a regulagem se for freio
hidráulico; confira o cabo, e a regulagem da folga ideal do sistema
hidráulico; revise os amortecedores traseiros e as bengalas dianteiras
quanto a vazamentos; verifique a vela, cachimbo e cabo; troque
periodicamente o conjunto de coroa, corrente e pinhão; tenha sempre a
mão a CNH e o CRLV; utilize o protetor de pernas (mata-cachorro) e a
antena anti-cerol.
2 – Pilote utilizando equipamentos de segurança
Capacete aprovado pelo Inmetro; calça e jaqueta de
tecido resistente (preferencialmente de couro); botas ou sapados
reforçados e luvas (de preferência de couro).
3 – Reduza a velocidade
Quanto menor a velocidade, maior será o tempo
disponível para lidar com o perigo de uma condição adversa ou situações
inesperadas, como mudança súbita de trajetória de outro veículo.
4 – Atenção e concentração
O ato de pilotar motocicletas exige muita atenção do motociclista, por isso evite se distrair.
5 – Respeite a sinalização de trânsito
Conheça e respeite os sinais e as placas de trânsito.
6 – Cuidado nos cruzamentos
Os cruzamentos são os locais de maior incidência de
acidentes de trânsito, então redobre a atenção e reduza a velocidade ao
se aproximar dos mesmos, principalmente nos cruzamentos sem sinalização
de semáforos.
7 – Cuidado nas ultrapassagens
Sinalize as manobras com antecedência e certifique-se
de que você realmente foi visto pelo motorista a ser ultrapassado. Tenha
cuidado ao passar entre veículos, principalmente ônibus e caminhões.
8 – Cuidado com pedestres
Lembre-se de que o pedestre tem prioridade no trânsito
urbano. Seja cordial e fique alerta para os pedestres desatentos,
principalmente crianças e idosos.
9 – Seja visto
Ao pilotar à noite, use roupas claras e com materiais refletivos.
10 – Alcoolismo
Está comprovado que bebida e direção não combinam. Então, se beber, não pilote. Fique vivo no trânsito.
11 – Mantenha distância
É imprescindível manter uma distância segura dos
veículos à frente (cerca de cinco metros), principalmente em avenidas e
rodovias.
12 – Cuidado com a chuva
Redobre a atenção, reduza a velocidade e evite freadas
bruscas; lembre-se de que nestas condições o tempo de frenagem é duas
vezes maior que o normal.
Nota: Os 12 Mandamentos do Motociclista, na forma de mini-cartilha
foi recentemente distribuído no Salão da Motocicleta/Salão das
Motopeças. Além disso, é um dos temas das palestras que a entidade
realiza através do PRAM – Programa de Prevenção de Acidentes com
Motocicletas.
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FILOSOFIA E PENSAMENTO
AS BAGAGENS NUMA LONGA VIAGEM.
O perigo de uma viagem de moto está nas malas, nos baús e bolsas que levamos. Elas podem nos impedir de apreciar a beleza que nos espera.
Já experimentei na carne a verdade dessas palavras, mas aprendi. Minhas malas eram sempre superiores às minhas necessidades, e por isso minhas partidas e chegadas eram mais penosas do que deveriam. Andei pensando sobre as malas que levamos em nossas viagens de motocicleta. Elas são expressões de nossos medos, elas representam nossas inseguranças.
Olho para um motociclista que passa com suas imensas bagagens atreladas e fico curioso em saber o que há dentro delas. Tudo o que se leva, está diretamente ligado ao medo de necessitar. O fato é que essa bagagem toda representa nossa insegurança, digo por mim.
No início de minhas viagens de motocicleta, levava comigo a pretensão de deslocar o meu mundo, tinha medo do que iria enfrentar, isso, quando ainda não existiam malas laterais, top case, bolsa de tanque, etc., a bagagem viajava em bolsas improvisadas amarradas ao bagageiro, envoltas em lona de caminhão. Eu queria fazer caber no exíguo espaço a totalidade dos meus significados. A justificativa é racional, pois corresponde às regras do bom senso, preocupações naturais de quem não gosta de passar privações.
Nós nos justificamos: posso precisar disso, posso precisar daquilo... Olhava ao meu redor e via que as coisas que pretendia levar não poderiam ser levadas. Às vezes durante uma longa viagem de moto me recordo de alguma coisa esquecida, ou então, inevitavelmente concluo que um terço do que levei não me serviu para nada.
Olho para um motociclista que passa com suas imensas bagagens atreladas e fico curioso em saber o que há dentro delas. Tudo o que se leva, está diretamente ligado ao medo de necessitar. O fato é que essa bagagem toda representa nossa insegurança, digo por mim.
No início de minhas viagens de motocicleta, levava comigo a pretensão de deslocar o meu mundo, tinha medo do que iria enfrentar, isso, quando ainda não existiam malas laterais, top case, bolsa de tanque, etc., a bagagem viajava em bolsas improvisadas amarradas ao bagageiro, envoltas em lona de caminhão. Eu queria fazer caber no exíguo espaço a totalidade dos meus significados. A justificativa é racional, pois corresponde às regras do bom senso, preocupações naturais de quem não gosta de passar privações.
Nós nos justificamos: posso precisar disso, posso precisar daquilo... Olhava ao meu redor e via que as coisas que pretendia levar não poderiam ser levadas. Às vezes durante uma longa viagem de moto me recordo de alguma coisa esquecida, ou então, inevitavelmente concluo que um terço do que levei não me serviu para nada.
Partir é experiência inevitável de sofrer ausência, nisso mora o encanto da viagem de moto. Viajar de moto é descobrir um mundo que não temos, é o tempo de sofrer a ausência que nos ajuda a mensurar o valor do mundo que nos pertence, visto sobre duas rodas. A partida nos abre os olhos para o que deixamos - bom é partir, melhor é voltar. A distância nos permite mensurar os espaços deixados, por isso, partidas para longas viagens e chegadas são instrumentos que nos indicam quem somos, o que amamos e o que nos é essencial. Ao ver o mundo que não é meu, eu me reencontro com o desejo de amar ainda mais o meu espaço.
A vida e as viagens seguem as mesmas regras, os excessos nos pesam e nos tiram a vontade de viver, por isso é necessário partir, sair na direção da realidade. Não carregue seus pesos, eles não lhe permitirão adentrar o território alheio, nem enxergar de um jeito novo o território que é seu.
Fonte: texto por Otavio Araujo “Gugu” - 68 anos, motociclista há 52 anos. Administrador e empresário da construção civil que roda em uma Honda Varadero XL V 1.000 - E-mail: otavio@globalplayer.com.br
O que te faz Motociclista.
Basta comprar uma moto e pegar uma estrada, certo? Apesar de ter feito exatamente esta dobradinha fundamental, para mim ainda faltava alguma coisa.
E esta alguma coisa era a experiência visceral de uma viagem de moto em seus fundamentos: o destino é a estrada e não o lugar. Afinal não deve haver lugar para ir, deve haver apenas o trajeto. Qual trajeto afinal? Nenhum. Apenas pegue a moto e vá e foi o que eu fiz.
Quando estava saindo, mandei uma mensagem para um amigo de Petrópolis, avisando que passaria por lá. No primeiro abastecimento, já distante do ponto de partida, vi uma mensagem dele de que não estava em casa. Comecei a achar a coisa interessante.
O intento, mesmo com a pouca bagagem, era aproveitar a cidade do companheiro, sua presença e tornar as coisas mais fáceis. Opa! Isso não é visceral! Então o simples fato de ele não poder me receber, tornou a viagem única. E assim me fui. Era uma estrada que ainda não conhecia e desta vez nem verifiquei no mapa possíveis postos de combustível. Estava disposto a enfrentar o que o destino me apresentasse.
Começou a esfriar e o tempo ficara nublado. Adivinha se eu trouxe algo além da roupa que usava: a segunda pele (ok, não tão hardcore), o jeans, a jaqueta, o coturno comum e uma muda de cueca e meias? Isso mesmo, não trouxe. Apenas toalha e sabonete (rsrsrsrsrsrsrs, só faltou o petit gateau).
E nisso me dou conta que nenhum posto de combustível surgiu até agora. Mais de 215km desde a última parada, começo a ficar preocupado. Engraçado que nas outras viagens já estaria dando sinais de precisar da reserva. Vou verificar a torneira de combustível, estava na posição de reserva. Diacho! Tudo bem que estava disposto a tudo, mas rezei para não ter pane seca.
Finalmente o posto no início do RJ. O frentista me pergunta se também vou a Rio das Flores, já que havia um encontro de motos lá. Nem sei onde fica a cidade. Como se chega? Ah, volta até a divisa com MG, pega a saída, depois mais 50km na estrada vicinal. Parecia uma boa idéia e tinha tudo a ver com o objetivo do fim de semana.
Só que queria ver Petrópolis assim mesmo, voltaria em seguida para a tal Rio das Flores. O frio começou a incomodar na região serrana de RJ. Cheguei ao centro histórico de Petrópolis e achei um tanto bucólico. Pensei novamente sobre o encontro em Rio das Flores ou se desceria mais um pouco e em seguida emburacasse para SP.
Resolvi ir para o encontro, fiz meia dúzia de contas e fui sem reabastecer. Peguei a tal saída na divisa com MG. Já era fim de tarde. Agora ao frio, somou-se o lusco-fusco e uma garoa. Basta botar capa de chuva. Qual? Esqueceu que não trouxe? Sim, neste momento senti o espírito da coisa. Somente eu e dona stefânia, num lugar desconhecido e em condições adversas e novamente o risco de pane seca. Motociclismo de verdade.
Consegui chegar a Rio das Flores. No posto me aproximo de outros motociclistas. E o tal encontro, onde é? Tem pousada aqui perto? Olharam para mim e perguntaram atônitos:
- Mas você está sozinho?
- Uai, estou.
- Veio de onde?
- Estou rodando desde ontem, comecei em Mariana, fui a Bhz, sai para a Estrada Real, passei ali em Petrópolis e me deram a dica desse encontro aqui.
- Você é doido?
- Não, sou motociclista.
Nossa risada foi sensacional. Estava finalmente batizado.
E esta alguma coisa era a experiência visceral de uma viagem de moto em seus fundamentos: o destino é a estrada e não o lugar. Afinal não deve haver lugar para ir, deve haver apenas o trajeto. Qual trajeto afinal? Nenhum. Apenas pegue a moto e vá e foi o que eu fiz.
Quando estava saindo, mandei uma mensagem para um amigo de Petrópolis, avisando que passaria por lá. No primeiro abastecimento, já distante do ponto de partida, vi uma mensagem dele de que não estava em casa. Comecei a achar a coisa interessante.
O intento, mesmo com a pouca bagagem, era aproveitar a cidade do companheiro, sua presença e tornar as coisas mais fáceis. Opa! Isso não é visceral! Então o simples fato de ele não poder me receber, tornou a viagem única. E assim me fui. Era uma estrada que ainda não conhecia e desta vez nem verifiquei no mapa possíveis postos de combustível. Estava disposto a enfrentar o que o destino me apresentasse.
Começou a esfriar e o tempo ficara nublado. Adivinha se eu trouxe algo além da roupa que usava: a segunda pele (ok, não tão hardcore), o jeans, a jaqueta, o coturno comum e uma muda de cueca e meias? Isso mesmo, não trouxe. Apenas toalha e sabonete (rsrsrsrsrsrsrs, só faltou o petit gateau).
E nisso me dou conta que nenhum posto de combustível surgiu até agora. Mais de 215km desde a última parada, começo a ficar preocupado. Engraçado que nas outras viagens já estaria dando sinais de precisar da reserva. Vou verificar a torneira de combustível, estava na posição de reserva. Diacho! Tudo bem que estava disposto a tudo, mas rezei para não ter pane seca.
Finalmente o posto no início do RJ. O frentista me pergunta se também vou a Rio das Flores, já que havia um encontro de motos lá. Nem sei onde fica a cidade. Como se chega? Ah, volta até a divisa com MG, pega a saída, depois mais 50km na estrada vicinal. Parecia uma boa idéia e tinha tudo a ver com o objetivo do fim de semana.
Só que queria ver Petrópolis assim mesmo, voltaria em seguida para a tal Rio das Flores. O frio começou a incomodar na região serrana de RJ. Cheguei ao centro histórico de Petrópolis e achei um tanto bucólico. Pensei novamente sobre o encontro em Rio das Flores ou se desceria mais um pouco e em seguida emburacasse para SP.
Resolvi ir para o encontro, fiz meia dúzia de contas e fui sem reabastecer. Peguei a tal saída na divisa com MG. Já era fim de tarde. Agora ao frio, somou-se o lusco-fusco e uma garoa. Basta botar capa de chuva. Qual? Esqueceu que não trouxe? Sim, neste momento senti o espírito da coisa. Somente eu e dona stefânia, num lugar desconhecido e em condições adversas e novamente o risco de pane seca. Motociclismo de verdade.
Consegui chegar a Rio das Flores. No posto me aproximo de outros motociclistas. E o tal encontro, onde é? Tem pousada aqui perto? Olharam para mim e perguntaram atônitos:
- Mas você está sozinho?
- Uai, estou.
- Veio de onde?
- Estou rodando desde ontem, comecei em Mariana, fui a Bhz, sai para a Estrada Real, passei ali em Petrópolis e me deram a dica desse encontro aqui.
- Você é doido?
- Não, sou motociclista.
Nossa risada foi sensacional. Estava finalmente batizado.
MOTOCICLISTA TAMBÉM É ( GOSTA DE) CULTURA!!!
Leia antes de assistir ao vídeo.
Isso é quase inacreditável. Veja como todas as bolas caem nos cones.
Esta incrível máquina foi construída como um esforço colaborativo entre o Robert M. Trammell Music Conservatory e Sharon Wick School of Engenharia da Universidade de Iowa ..
Surpreendentemente, 97% dos componentes de máquinas vieram da John Deere Industries and Irrigation Equipamentos de Bancroft, Iowa...
Sim equipamentos agrícolas,
A equipe gastou 13.029 horas entre set-up, alinhamento, calibragem e ajustes antes de filmar este vídeo, mas como você pode ver valeu a pena o esforço.
Ele agora está em exibição no Matthew Gerhard Alumni Hall, na Universidade e já está programado para ser doado ao Smithsonian.
Isso é quase inacreditável. Veja como todas as bolas caem nos cones.
Esta incrível máquina foi construída como um esforço colaborativo entre o Robert M. Trammell Music Conservatory e Sharon Wick School of Engenharia da Universidade de Iowa ..
Surpreendentemente, 97% dos componentes de máquinas vieram da John Deere Industries and Irrigation Equipamentos de Bancroft, Iowa...
Sim equipamentos agrícolas,
A equipe gastou 13.029 horas entre set-up, alinhamento, calibragem e ajustes antes de filmar este vídeo, mas como você pode ver valeu a pena o esforço.
Ele agora está em exibição no Matthew Gerhard Alumni Hall, na Universidade e já está programado para ser doado ao Smithsonian.
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FILOSOFIA E PENSAMENTO
******** Conselhos médicos ********
Caros motociclistas, os conselhos abaixo podem ser utilizados por todos, mas aplicam-se especialmente aos estradeiros, aqueles que rodam centenas e centenas de quilometros durante varios dias de viagem.
Grandes vilões da pratica motociclista não estão somente nos perigos das estradas.
Nosso proprio organismo, é responsável por alguns dos piores inimigos da estrada. Podemos começar pela alimentação em viagem. Existe um conceito não muito confiável de que a alimentação em viagem deve ser sempre leve. Correto até certo ponto. Um motociclista em viagem, tem grandes perdas de sais minerais, agua e outros componentes vitais ao funcionamento organico , que precisam serem repostos.
Liquido sempre em quantidade, porem, não confundir quando falamos liquido, pois a referencia é feita a agua. Agua pura apenas , sem adicionamento de limão ou qualquer outra coisa. Apenas agua.
Qualquer outro liquido irá exigir dos rins uma filtragem imprópria para a posição da maior parte do tempo de viagem, ou seja, sentados.
Legumes tambem são saudáveis de preferencia consumidos cozidos ou in natura. Ja as verduras, ha que se tomar alguns cuidados. Grande parte das verduras possuem propriedades que podem ocasionar problemas em uma viagem.
Por exemplo, a nossa conhecida alface, ha em sua composição a lactucina, que é um indutor do sono. Dependendo do consumo e do trecho a ser percorrido, o consumo da alface poderá induzir a um estado de sonolencia.
Portanto sempre um cardápio variado, evitando-se de forma geral as frituras e gorduras em excesso.
Entretanto, convem lembrarmos tambem, que um outro fator agravante ao risco da pilotagem, é a sensação de fraqueza, e aí entra o outro lado da história. Do hábito alimentar.
Uma pessoa acostumada a alimentos pesados, calóricos, se alterar seu habito em uma viagem, irá sentir um estado de fraqueza, que podera ocasionar tonturas, sensação de sono ( o organismo busca alternativa para suprir a necessidade de alimentos), dores de cabeças de moderada a intensa, ressecamento da mucosa bucal, etc, etc..ou seja, torna-se extremamente perigosa a pilotagem.
Não existem dois organismos iguais, portanto, acima de qualquer orientação, não altere seu habito alimentar "durante" uma viagem.. Faça isso de forma regular e sequente, no seu dia a dia normal.
Outro inimigo perigoso e muitas vezes fatal, é o sono. É muito facil sentir sono em uma longa viagem, principalmente quando em longos trechos de rodovias.
A monotonia da paisagem exerce uma forte indução do sono, fazendo com que o piloto facilmente adormeça.
Alguns horarios são favoraveis a isso, pela ordem : ao entardecer, após o meio dia e por ultimo pela manhã.
Esse sono induzido por hipnose ( mesma paisagem constante torna-se indutora) é facilmente corrigido com um breve cochilo de 15 minutos. Não adianta lavar o rosto, enfiar a cabeça embaixo da torneira, nada disso. É cochilar de 15 a 20 minutos. Uma vez recebido o comando do sono, agua nenhuma espanta isso do cérebro.
Acima de tudo é imprescindível que o motociclista tome muita agua. Agua pura.
Atualmente com tantas inovações em roupas especiais, ha uma perda de liquido muito superior as vestimentas tradicionais, e não são raros os casos de desidratação entre motociclistas. Portanto, o cuidado com as roupas apropriadas a época, tambem é de extrema importancia, podendo significar a diferença entre a vida e a morte.
Outro grande vilão do motociclismo é sem duvida nenhuma, e talvez seja o mais perigoso deles, o alcool.
Ultimamente desenvolveu-se uma cultura no motociclismo, principalmente no motociclista urbano que é a frequencia aos bares. Via de regra, o estradeiro tem uma melhor noção do risco e por si proprio evita consumir alcool em longas viagens, ams o motociclista urbano tornou essa pratica quase uma regra. É comum vermos grupos saindo em finais de semanas, ou mesmo durante a semana para encontro em bares da moda, que viram no motociclismo uma boa fonte de renda.
Vejamos, uma pessoa que trabalhou durante o dia todo, chega ao final do dia com sua capacidade de reflexos ja reduzida pelo cansaço. Busca na moto uma forma de descontrair, porem, enfrenta um transito caótico até finalmente chegar ao destino, quase sempre um bar.
Basta uma lata de 300 ml de cerveja para apurar a falta de reflexos e consequentemente se transformar numa arma contra si mesmo.
Ha uma falsa sensação de descontração, que ilude, fazendo-o crer que esta em perfeita condição de pilotagem. Soma-se ao cansaço do dia, ao transito extenuante enfrentado e ao sono que advem a noirte, e teremos então um complexo ideal para um acidente.
Bebidas alcoolicas só devem ser consumidas em principio, estando descansado e tendo tempo habil para descanso após a ingestão, antes de sair a rua ou a estrada pilotando.
Muitos do senhores dirão, que moto e bar estão associados. E não deixa de ser verdade, porem, vieram de uma associação numa época em que a situação era completamente diferente da atual. Hoje os riscos são muito grandes ou seja, muito maiores que nas decadas de 60/70.
Portanto moto,bar e sono não são compativeis entre si.
Grandes vilões da pratica motociclista não estão somente nos perigos das estradas.
Nosso proprio organismo, é responsável por alguns dos piores inimigos da estrada. Podemos começar pela alimentação em viagem. Existe um conceito não muito confiável de que a alimentação em viagem deve ser sempre leve. Correto até certo ponto. Um motociclista em viagem, tem grandes perdas de sais minerais, agua e outros componentes vitais ao funcionamento organico , que precisam serem repostos.
Liquido sempre em quantidade, porem, não confundir quando falamos liquido, pois a referencia é feita a agua. Agua pura apenas , sem adicionamento de limão ou qualquer outra coisa. Apenas agua.
Qualquer outro liquido irá exigir dos rins uma filtragem imprópria para a posição da maior parte do tempo de viagem, ou seja, sentados.
Legumes tambem são saudáveis de preferencia consumidos cozidos ou in natura. Ja as verduras, ha que se tomar alguns cuidados. Grande parte das verduras possuem propriedades que podem ocasionar problemas em uma viagem.
Por exemplo, a nossa conhecida alface, ha em sua composição a lactucina, que é um indutor do sono. Dependendo do consumo e do trecho a ser percorrido, o consumo da alface poderá induzir a um estado de sonolencia.
Portanto sempre um cardápio variado, evitando-se de forma geral as frituras e gorduras em excesso.
Entretanto, convem lembrarmos tambem, que um outro fator agravante ao risco da pilotagem, é a sensação de fraqueza, e aí entra o outro lado da história. Do hábito alimentar.
Uma pessoa acostumada a alimentos pesados, calóricos, se alterar seu habito em uma viagem, irá sentir um estado de fraqueza, que podera ocasionar tonturas, sensação de sono ( o organismo busca alternativa para suprir a necessidade de alimentos), dores de cabeças de moderada a intensa, ressecamento da mucosa bucal, etc, etc..ou seja, torna-se extremamente perigosa a pilotagem.
Não existem dois organismos iguais, portanto, acima de qualquer orientação, não altere seu habito alimentar "durante" uma viagem.. Faça isso de forma regular e sequente, no seu dia a dia normal.
Outro inimigo perigoso e muitas vezes fatal, é o sono. É muito facil sentir sono em uma longa viagem, principalmente quando em longos trechos de rodovias.
A monotonia da paisagem exerce uma forte indução do sono, fazendo com que o piloto facilmente adormeça.
Alguns horarios são favoraveis a isso, pela ordem : ao entardecer, após o meio dia e por ultimo pela manhã.
Esse sono induzido por hipnose ( mesma paisagem constante torna-se indutora) é facilmente corrigido com um breve cochilo de 15 minutos. Não adianta lavar o rosto, enfiar a cabeça embaixo da torneira, nada disso. É cochilar de 15 a 20 minutos. Uma vez recebido o comando do sono, agua nenhuma espanta isso do cérebro.
Acima de tudo é imprescindível que o motociclista tome muita agua. Agua pura.
Atualmente com tantas inovações em roupas especiais, ha uma perda de liquido muito superior as vestimentas tradicionais, e não são raros os casos de desidratação entre motociclistas. Portanto, o cuidado com as roupas apropriadas a época, tambem é de extrema importancia, podendo significar a diferença entre a vida e a morte.
Outro grande vilão do motociclismo é sem duvida nenhuma, e talvez seja o mais perigoso deles, o alcool.
Ultimamente desenvolveu-se uma cultura no motociclismo, principalmente no motociclista urbano que é a frequencia aos bares. Via de regra, o estradeiro tem uma melhor noção do risco e por si proprio evita consumir alcool em longas viagens, ams o motociclista urbano tornou essa pratica quase uma regra. É comum vermos grupos saindo em finais de semanas, ou mesmo durante a semana para encontro em bares da moda, que viram no motociclismo uma boa fonte de renda.
Vejamos, uma pessoa que trabalhou durante o dia todo, chega ao final do dia com sua capacidade de reflexos ja reduzida pelo cansaço. Busca na moto uma forma de descontrair, porem, enfrenta um transito caótico até finalmente chegar ao destino, quase sempre um bar.
Basta uma lata de 300 ml de cerveja para apurar a falta de reflexos e consequentemente se transformar numa arma contra si mesmo.
Ha uma falsa sensação de descontração, que ilude, fazendo-o crer que esta em perfeita condição de pilotagem. Soma-se ao cansaço do dia, ao transito extenuante enfrentado e ao sono que advem a noirte, e teremos então um complexo ideal para um acidente.
Bebidas alcoolicas só devem ser consumidas em principio, estando descansado e tendo tempo habil para descanso após a ingestão, antes de sair a rua ou a estrada pilotando.
Muitos do senhores dirão, que moto e bar estão associados. E não deixa de ser verdade, porem, vieram de uma associação numa época em que a situação era completamente diferente da atual. Hoje os riscos são muito grandes ou seja, muito maiores que nas decadas de 60/70.
Portanto moto,bar e sono não são compativeis entre si.
Tipos curiosos de motociclistas.
Caros amigos, dias desses, dando uma olhada na net,deparei-me comalguns sites que
falavam sobre os diferentes tipos de motociclistas.
Com as dezenas de opções em termos de modelos de motocicletas, realmente hoje é possível encontrar os mais diferentes tipos circulando em duas rodas.
Trancrevo alguns tipos encontrados na net:
Cuequinha de seda :
Jamais viaja com chuva, coloca todos os acessorios que sua moto comporta, da a ela um lugar de destaque na garagem de modo que possa sempre ser vista, frequenta moto encontros regularmente sempre fantasiado de motociclista, não se da o direito de cansar em uma viagem, optando sempre por bons hoteis dividindo a joranada em duas ou tres partes. Assim que para, tira logo as botas e a fantasia toda desfilando de bermuda e chinelo. No alforge carrega um guarda roupa completo, incluindo aparelhos de barbear e cremes. Usa protetor solar mesmo em dias sem sol. Normalmente não sabe sequer apertar um parafuso, ams lê tudo que se refere ao seu modelo de moto. Adoram fazer bate e voltas para almoçarem em bons restaurantes num raio de até 150 kms. Tambem adoram se reunir em bares badalados nas noites e comentar sobre musica, filmes, e coisas do gênero.
Bikers
A mairia faz parte de grupos de motos esportivas. São facilmente visualizados por adotarem macacões chamativos. Assim que param, tiram o capacete e colocam bonés de marcas. A titulo de uma suposta segurança ( suposta porque um acidente ha 300 km/h, nãoe xiste proteção que ofereça segurança), desfilam grifes de roupas especiais, botas, luvas e capacetes. Os papos invariavelmente são em torno de velocidade, radares, polici rodoviaria e acessorios esportivos.
Hell Boys
Caracterizam-se pelo uso de motos custons ou choppers, normalmente sem acessorios, coletes e as vezes calças de couro, botas quase sempre maltratadas, barbas grandes ou por fazer. A higiene não é o forte deles. Em viagens mais logas, levam apenas camisetas e cuecas. São os legitimos motociclistas, remanescentes dos primordios que fizeram a historia.
Em viagens deitam e dormem em qualquer lugar, desde que seja ao lado da moto. Comem e bebem emq ualquer boteco de beira de estrada. Em grupos, olham com maus olhos para os demais e quando sozinhos não buscam aproximação com outros motociclistas.
Arroz de Festa ( colecionador de trofeus)
Nesse grupo temos aqueles que motociclismos e resume em festas e motoencontros. Alguns até sobrevivem de encontros, onde armam suas barracas e vendem quinquilharias. Tambem nesse grupos e incluem aqueles que tem uma agenda semanal de encontros. Acompanham todos os sites de encontros, sabem todas as datas e coletam todos os panfletos. Muitas vezes vão a dosi ou mais encontros em um só final de semana. Tem em suas casas ou sedes, paredes repletas de troféus.Motociclismo para eles representa festa apenas.
O ultra mega power super blaster entendido de motos
Essa é a figura doc ara que nunca pilotou uma moto, nunca teve uma moto e nem habilitação tem, mas basta ver um motociclista parado ele aparece, ou dizendo que tem uma moto igual, e aí começa a discorrer sobre as vantagens e defeitos da marca ou modelo, ou, apenas se apresentando como motociclista ( ams que naquele momento esta de carro) e como na maneira anterior começa a discorrer sobre mecanica, modelos, marcas, etc.. Em sua casa, encontra-se todas as publicações sobre motos, que ele devora todos os dias.
Pré Wheller
Esse é o que mais vemos andando pelas ruas. Se acha um deus sobre a moto. Para ele, a moto é um meiod e estrelato apenas. ASdora empinar e queimar pneus. A maioria são motos de baixa cilindrada que ause não suportam o tamanho do ego dos pilotos.
Podemos dizer que são o exemplo do que jamais deve ser seguido, tanto pela irresponsabilidade como pelo risco que oferecem a si próprios e aos demais.
O filósofo
Esse tambem é um tipo bastante comum. Para ele, o mundo gira em cima de moto. A motocicleta é sempre a tônica de seus papos. Não consegue e não sabe falar de nada alem da moto.
Para esse tipó, as equencia é primeiro a moto, depois a familia. Normalmente ficam isolados sós ou em grupos afins, pois se tornam insuportaveis depois de alguns poucos minutos.
Comedor de Terra ou Papa Capim
Seguem uma filosofia simples :"a lama suja o corpo, mas lava a alma". São os que adoram suas maquinas depenadas, estradas de terra, lama e poeira. As trilhas são o objetivo final de uma semana de trabalho sempre.
Bons sujeitos, ams meio antisociais quando em grupos. Desfilar suas roupas enlameadas é a coroação pela aventura.
Motoqueiro
Esse é o que mais convive com a moto. Normalmente de baixa cilindrada, são suas companheiras desde quando acordam e saem para o trabalho, até a noite quando retornam. É um universo muito grande onde varios tipos se abrigam. Usam a moto para o trabalho e a grande maioria tem a consciencia dos riscos que isso implica, ams infelizmente, uma minoria irresponsavel acaba criando a ma fama de todos.
Detestam carros e vêem nos carros sempre um inimigo potencial. São unidos entre si e os demais motociclistas para eles são apenas obstrução de trafego.
O Flanelinha
Esse teria que ter uma seção especial so para falar dele. Sair de moto? Nunca. Imagina só. Vai sujar. A moto se torna uma escultura permanente na garagem, rodeada de vasos com plantas e flores. Todos os dias, la vai ele, com um espanador e um paninho, tirar o pó que se acumulou durante a noite.
Sai aos finais de semana, para dar uma volta no quarteirão e depois gasta o resto do final de semana lavando e polindo a moto. Faz questão de mostrar a todos e para isso convida os amigos para irem a sua casa nos finais de semana.
Quase sempre, de bom poder aquisitivo, tem os ultimos modelos de Harleys ou BMWs.
Uma ou duas vezes por ano, faz uma viagem, e entãos e enquadra no Cuequinha de Seda
falavam sobre os diferentes tipos de motociclistas.
Com as dezenas de opções em termos de modelos de motocicletas, realmente hoje é possível encontrar os mais diferentes tipos circulando em duas rodas.
Trancrevo alguns tipos encontrados na net:
Cuequinha de seda :
Jamais viaja com chuva, coloca todos os acessorios que sua moto comporta, da a ela um lugar de destaque na garagem de modo que possa sempre ser vista, frequenta moto encontros regularmente sempre fantasiado de motociclista, não se da o direito de cansar em uma viagem, optando sempre por bons hoteis dividindo a joranada em duas ou tres partes. Assim que para, tira logo as botas e a fantasia toda desfilando de bermuda e chinelo. No alforge carrega um guarda roupa completo, incluindo aparelhos de barbear e cremes. Usa protetor solar mesmo em dias sem sol. Normalmente não sabe sequer apertar um parafuso, ams lê tudo que se refere ao seu modelo de moto. Adoram fazer bate e voltas para almoçarem em bons restaurantes num raio de até 150 kms. Tambem adoram se reunir em bares badalados nas noites e comentar sobre musica, filmes, e coisas do gênero.
Bikers
A mairia faz parte de grupos de motos esportivas. São facilmente visualizados por adotarem macacões chamativos. Assim que param, tiram o capacete e colocam bonés de marcas. A titulo de uma suposta segurança ( suposta porque um acidente ha 300 km/h, nãoe xiste proteção que ofereça segurança), desfilam grifes de roupas especiais, botas, luvas e capacetes. Os papos invariavelmente são em torno de velocidade, radares, polici rodoviaria e acessorios esportivos.
Hell Boys
Caracterizam-se pelo uso de motos custons ou choppers, normalmente sem acessorios, coletes e as vezes calças de couro, botas quase sempre maltratadas, barbas grandes ou por fazer. A higiene não é o forte deles. Em viagens mais logas, levam apenas camisetas e cuecas. São os legitimos motociclistas, remanescentes dos primordios que fizeram a historia.
Em viagens deitam e dormem em qualquer lugar, desde que seja ao lado da moto. Comem e bebem emq ualquer boteco de beira de estrada. Em grupos, olham com maus olhos para os demais e quando sozinhos não buscam aproximação com outros motociclistas.
Arroz de Festa ( colecionador de trofeus)
Nesse grupo temos aqueles que motociclismos e resume em festas e motoencontros. Alguns até sobrevivem de encontros, onde armam suas barracas e vendem quinquilharias. Tambem nesse grupos e incluem aqueles que tem uma agenda semanal de encontros. Acompanham todos os sites de encontros, sabem todas as datas e coletam todos os panfletos. Muitas vezes vão a dosi ou mais encontros em um só final de semana. Tem em suas casas ou sedes, paredes repletas de troféus.Motociclismo para eles representa festa apenas.
O ultra mega power super blaster entendido de motos
Essa é a figura doc ara que nunca pilotou uma moto, nunca teve uma moto e nem habilitação tem, mas basta ver um motociclista parado ele aparece, ou dizendo que tem uma moto igual, e aí começa a discorrer sobre as vantagens e defeitos da marca ou modelo, ou, apenas se apresentando como motociclista ( ams que naquele momento esta de carro) e como na maneira anterior começa a discorrer sobre mecanica, modelos, marcas, etc.. Em sua casa, encontra-se todas as publicações sobre motos, que ele devora todos os dias.
Pré Wheller
Esse é o que mais vemos andando pelas ruas. Se acha um deus sobre a moto. Para ele, a moto é um meiod e estrelato apenas. ASdora empinar e queimar pneus. A maioria são motos de baixa cilindrada que ause não suportam o tamanho do ego dos pilotos.
Podemos dizer que são o exemplo do que jamais deve ser seguido, tanto pela irresponsabilidade como pelo risco que oferecem a si próprios e aos demais.
O filósofo
Esse tambem é um tipo bastante comum. Para ele, o mundo gira em cima de moto. A motocicleta é sempre a tônica de seus papos. Não consegue e não sabe falar de nada alem da moto.
Para esse tipó, as equencia é primeiro a moto, depois a familia. Normalmente ficam isolados sós ou em grupos afins, pois se tornam insuportaveis depois de alguns poucos minutos.
Comedor de Terra ou Papa Capim
Seguem uma filosofia simples :"a lama suja o corpo, mas lava a alma". São os que adoram suas maquinas depenadas, estradas de terra, lama e poeira. As trilhas são o objetivo final de uma semana de trabalho sempre.
Bons sujeitos, ams meio antisociais quando em grupos. Desfilar suas roupas enlameadas é a coroação pela aventura.
Motoqueiro
Esse é o que mais convive com a moto. Normalmente de baixa cilindrada, são suas companheiras desde quando acordam e saem para o trabalho, até a noite quando retornam. É um universo muito grande onde varios tipos se abrigam. Usam a moto para o trabalho e a grande maioria tem a consciencia dos riscos que isso implica, ams infelizmente, uma minoria irresponsavel acaba criando a ma fama de todos.
Detestam carros e vêem nos carros sempre um inimigo potencial. São unidos entre si e os demais motociclistas para eles são apenas obstrução de trafego.
O Flanelinha
Esse teria que ter uma seção especial so para falar dele. Sair de moto? Nunca. Imagina só. Vai sujar. A moto se torna uma escultura permanente na garagem, rodeada de vasos com plantas e flores. Todos os dias, la vai ele, com um espanador e um paninho, tirar o pó que se acumulou durante a noite.
Sai aos finais de semana, para dar uma volta no quarteirão e depois gasta o resto do final de semana lavando e polindo a moto. Faz questão de mostrar a todos e para isso convida os amigos para irem a sua casa nos finais de semana.
Quase sempre, de bom poder aquisitivo, tem os ultimos modelos de Harleys ou BMWs.
Uma ou duas vezes por ano, faz uma viagem, e entãos e enquadra no Cuequinha de Seda
A moto não pega? Faça voce mesmo os testes.
Quantas vezes vamos sair de casa e a moto não pega. Para a maioria ja é motivo para sair correndo ao mecancio, que infelizmente, em grande parte das vezes não são muito confiáveis ou são mais despreparados que o proprio motociclista.
Aí é hora de, com calma, fazer pequenos testes que podem identificar o problema e evitar gastos desnecessarios e perda de tempo:
Primeiro teste:
Retire a vela e encoste na carcaça da moto (não segure na vela) e dê partida e veja a faisca que deve ser forte e de cor azulada. Se a faisca estiver azulada ok, então o problema pode ser no carburador, se tiver avermelhada ou sem faisca, o problema é com bobina, cdi, pulsor, vela, bobina de faisca.
Segundo teste:
Desconecte o cachimbo da vela, encoste o fio grosso na carcaça e dê partida, se tiver faisca então o problema é na vela, troque-a por uma nova. Se não tiver faisca vamos testar a bobina de ign que fica embaixo do tanque.
Terceiro teste - bobina de ignição: retire o fio preto/amarelo (honda) que tá encaixado na bobina de ignição (são dois fios, um verde que é o terra e outro preto/vermelho que vem do CDI), encoste esse fio preto/vermelho na carcaça e dê partida, se tiver faisca o problema é a bobina de ignição. Se não tiver faisca então iremos testar o CDI.
Quarto teste - CDI: (cdi – significa ignição por descarga capacitiva ou seja, um capacitor dentro do cdi é carregado e descarrega na bobina de ignição).
Veja o cdi se não tem algum fio desconectado, dê uma boa olhada nos encaixes, possíveis zinabres (crosta de cor esverdeada). Se tiver tudo ok, então desconecte o fio preto/vermelho (esse fio vem dos estator e é da bobina de faisca), encoste ele na carcaça do motor e dê partida e veja se tem faisca, se não tiver, então o problema é na bobina de faisca, mas se tiver faísca então só resta testar a bobina de pulso (pulsor).
Quinto teste - Bobina de pulso: tem um fio azul/amarelo (honda) que sai também do estator (estator é onde fica os imãs e as bobinas na parte baixa do motor lado esquerdo), nesse caso você tem que ter um multitester. Mude a chave do multitester para homs e coloque uma ponta do multiteste no fio azul/amarelo e a outra ponta na carcaça para fazer “terra”, a resistencia deve ser alta na faixa de 180 a 280 homs, se tiver baixa, substitua o pulsor.
Siga todas as instruções passo a passo e com certeza você vai solucionar o problema se ele for na parte elétrica.
Outra dica importante é que não pode ter faísca também por causa da chave de ignição com defeito, mau contato. São quatro fios, um vermelho, um verde, um preto e um preto/branco. O que nos interessa neste caso é o fio preto e branco que vem do CDI, desconecte-o e dê partida, se tiver faisca na vela então a ignição está com defeito, adquira uma nova.
Jawa, a marca que deixou lembranças (O resumo historico da Jawa)
O engenheiro mecânico checoslovaco Janecek Frantisek acumulou dinheiro durante a I Grande Guerra Mundial com suas invenções, das quais a principal era a granada de mão
Com o declínio da indústria de armamento após o término da I Grande Guerra, Janecek decidiu investir na produção de motocicletas. Não havia tempo para desenvolver um motor próprio, assim ele decidiu fazer um acordo com um fornecedor estrangeiro. Ele teve que escolher entre o motor de 2 tempos de pistão duplo austríaco da Puch ou o modelo Wanderer alemão de 500 cc , válvulas na cabeça, cardam e quadro estampado. Janecek adquiriu a licença para produzir a 500cc da Wanderer e também a instalação completa de produção com muitas peças. O nome JAWA veio da conjugação do nome dos dois fabricantes.
Em 1931 Janecek começou a produção de um 2 tempos de peso leve baseado no motor Villiers 175cc de 2 tempos. Era um projeto de um motor descomplicado de baixo custo que foi lançado com um preço 40% mais barato que o concorrente mais próximo. Logo esta motocicleta de cor vermelha (a cor no Brasil que mais se assemelha é o Vermelho Málaga) obteve uma retumbante resposta em vendas e já em 1933 esta Jawa era a motocicleta mais vendida na Tchecoslováquia. A fábrica podia tirar a grande 500 de produção.
Para atender a pedidos de fornecimento de um modelo mais potente, Janecek desenvolveu o modelo 350 SV de válvulas laterais com 350cc de quatro tempos. Um ano depois foi lançado o modelo OHV com válvulas na cabeça. Na época vários outros modelos variantes das cilindradas básicas foram lançados.
Tecnicamente o modelo mais interessante antes da II Grande Guerra era o Robot de 98cc, 2 tempos, mono-bloco (caixa de marcha integrada no bloco-motor), velocidade máxima de 65 km/h., consumo de 50km/L com peso de 49 kg. O sucesso de vendas deste modelo definitivamente colocou a Jawa entre os maiores fabricantes de motocicletas de antes da guerra.
Em 1940, Janecek sigilosamente começou a desenvolver no Dept. de Manutenção da fábrica um novo modelo de motocicleta, o tipo 11, que foi batizado de "Perak " (pular) que foi pintada de verde da cor do exercito para poder ser testada sem chamar atenção. Desta forma quando a Guerra acabou a Jawa foi a única fabricante de motocicletas do continente europeu que tinha um novo modelo para ser lançado: a "Perak". Seu novo design de formas arredondadas marcou o mundo das motocicletas.
Em 1946 a tipo 12 "Perak" primeira série de 350 cc 2 tempos apareceu no quadro usado pela 250 cc, O motor tinha pistões planos, fluxo inverso, capacidade de 348cc., com 8.8 hp, 110 km/h de velocidade máxima de 110 km/h e consumo de 25 km/L. Este modelo foi introduzido primeiro como Jawa-Ogar, porque foi produzido na fábrica do terceiro maior fabricante de motocicletas da Checoslováquia, a Ogar. Ainda no mesmo ano, esta fábrica se tornou parte da Jawa. Descontinuado o tipo 12 em 1948, seguiu-se com a 350cc tipo 14 com um motor muito mais potente, que ficou em linha até 1953. Antes da guerra as exportações foram insignificantes, porém após a guerra a Jawa estava exportando mais motocicletas do que conseguia vender no mercado interno.
Em 1948 com a tomada do poder pelos comunistas, todas as indústrias de motocicletas foram nacionalizadas na Checoslováquia. As Perak foram a base dos triciclos (rickshaws) motorizados largamente utilizados na Asia tanto no transporte de passageiros como de carga. Uma versão desse triciclo fabricado na Checoslováquia era o "Velorex" .
Em 1952 foi lançado o modelo 15/00 de 4 tempos da Jawa com 500cc baseado no quadro da Perak que ficou em produção até 1958. A razão que a Jawa parou de fabricar o motor 500cc 4 tempos era que não era um motor fácil para produzir e os outros modelos, os 250 e o 350cc. 2 tempos tiveram um sucesso de vendas fantástico.
Logo em seguida foi lançado a motoneta JAWA PIONYR mod. 550 com 50cc, também chamado "tronco de árvore" por causa do desenho do assento.
Em 1954 para aprimorar a suspensão de suas motocicletas, a Jawa utilizou a tecnologia da fábrica de CZ. Eram lançados novos modelos da 250cc e da 350cc como Jawa-Cz. . As principais mudanças foram novas tampas laterais, um terceiro compartimento debaixo do assento, suspensão com amortecedores hidráulicos (dianteira e traseira), adoção da balança traseira, rodas aro 16" e a alavanca do câmbio que servia também de pedal de partida. Logo após sua introdução, estas motocicletas foram apelidadas de "Kyvacka" (balança ou swinger em inglês). Os modelos oficiais eram Jawa-Cz 352 com 150cc, 353 com 250cc e o modelo 354 com 350cc ideal para utilização com sidecar.
Ainda em 1954 foi lançada uma motocicleta de cilindrada menor a Jawa-Cz 351 com 125cc, ainda utilizando o quadro Perak com suspensão de pino oscilante e selim individual.
Em 1956 a Jawa-Cz lançou as versões de 125cc tipo 355 e a 175cc tipo 356 ambas com suspensão dianteira mais alta e aro 16", banco inteiriço e balança traseira (swinger).
Em 1958 foi lançada o último modelo da 500 cc OHC. A Jawa interrompeu a produção do 500cc quatro tempos porque não era um motor fácil de produzir e os outros modelos 2 tempos de 250 e 350cc tinham vendas ilimitadas. Um problema técnico não resolvido porém uma razão econômica compreensível. Ainda em 1958 e até 1962 foi produzida a JAWETTA, outra motoneta de 50 cc que no Brasil o modelo esportivo ganhou o nome de Leonette, fabricada/montada pela L. Herzog no Rio de Janeiros.
Em 1961 a firma ACEIL começou a montar a Jawa-Cz 450 no Brasil, um modelo com 175cc semelhante a 356 porem com 9hp.
A modernização dos modelos da Jawa começou em 1962 com o tipo 559 de 250cc com mais 2hp de potência. Em 1963 foi lançada a versão 559/03 com câmbio automático. Os velocimetros passaram a ser ovais
Em 1963 a fábrica ESO se tornou parte do grupo Jawa e se tornou o produtor de motocicletas de off road . O primeiro tipo de motocicletas de corrida produzido debaixo da marca Jawa foi o modelo 890 em 1966. Este modelo tinha dois tipos: o 891 para gelo-pista de corrida e o 892 para pista de terra.
Em 1964 a 350cc modernizada tipo 360 foi apresentada ao mercado, seguindo-se em 1965 o modelo 360/01 automático e em 1966 o 360/04 Californian , esta última com escapes voltados para cima, guidon mais alto e mais potente 2hp, como convinha ao mercado dos EUA, uma verdadeira revolução e atualização do "design" da Jawa. Em 1974 foi lançada a sucessora da Californian, o tipo 634. que ficou em produção até 1984. A Jawa que sentiu uma queda em sua produção (hoje fabrica em um ano o que antes era fabricado em um mês) ainda continua fabricando motocicletas. A fabrica foi dividida em duas seções que continuam colaborando entre si: JAWA DIVISOV (dedicado a motos de competição de velocidade na terra e no gelo com resultados estupendos) e a JAWA MOTO Spol (dedicado a motos de passeio). As exportações das motocicletas é feita pela trading estatal Motokov.
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